MÊS, MAIO, MARIA, MÃE!

Mês... fragmento do ano!
Maio... flores, noivas, beleza, poesia!
Maria... Imaculada, Santíssima Virgem...
Mãe... e, por isso...
Mãe... resumo de tudo, ápice do mundo, luz da vida!
Mãe... cascatas de carinhos, sorrisos de felicidade, lágrimas do mais puro e santo sentimento...
Mãe... coração com forma humana!

A ti, divindade feita mulher, dedicamos nosso ideal, imolamos nossa vida... pedaço da tua!
A ti, que em horas amargas te transformas em doçura; a ti, nesta era de contrastes, quando perplexos vivemos dias de incerteza, quando os horizontes são sombrios e imprevisíveis...
A ti, em nossa angústia, em nossa agonia, recorremos como único porto seguro, como refúgio e fortaleza inatingível!

Tu que estás conosco!
Tu que já partistes!
Mãe desde os primórdios da humanidade, até os confins do tempo!
Tu que és Mãe, que adquires sentimentos indizíveis, senão incompreensíveis; tu, mulher sublime, que outro nome não tens, além de única e simplesmente... MÃE...
... A ti o dia de hoje... Como se todos os nossos dias já não fossem teus!

José Carlos Ribeiro da Silva
Transcrito do jornal "A CIDADE", nº 2 de 10/05/1959
Fonte: "Piquete dos meus Amores" - Palmyro Masiero

Página formatada em 14 ago 2004
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