Suzana, com o uniforme do Colégio do Carmo em Guaratinguetá,
e sua mãe Maria de Lourdes no final da década de 50.

Memória de Suzana

Lá se vai Suzana dissolvendo no tempo... Foi protagonista de uma bela história de amor ao lado do marido, namorado apaixonado. Leva consigo o retalho de tempo em que se inseriu, sempre vivendo ao lado do ribeirão Piquete, outrora vigoroso, referência da cidade e principal baliza. Mesmo se ausentando por razões profissionais, Suzana continuou moradora da Major Carlos Ribeiro. Testemunhou melhores momentos, quando a vida era mais calma, os vizinhos se respeitavam, se solidarizavam e sentiam-se participantes de uma comunidade. E os motoristas, menos ansiosos... Resgatando essa memória perpassada pela professora e advogada Suzana Maria Beraldo Leite Dantas, registro minha emoção pelos velhos moradores dessa artéria-mãe do núcleo piquetense.

Dóli de Castro Ferreira
Publicado no Jornal "O Estafeta" de julho de 2004
Página formatada em 18 ago 2004


Os tios Carlinhos e Suzana com a sobrinha Auxiliadora:
crianças na brincadeira, numa calçada da Rua Major Carlos Ribeiro - 1949.

MINHA HOMENAGEM

Minha saudade também, tia Zanha... Mais do que tia, você foi minha irmã mais velha, companheira de folguedos, confidente na adolescência. Nunca me esquecerei da tia menina que entregou, sem pestanejar, todos os seus brinquedos de caçula mimada àquela sobrinha que acabara de nascer. Adeus, tia Zanha. Descanse em paz de todas as suas lutas. Você permanecerá incrustada na memória: minha tia, minha irmã, minha comadre, minha saudade...

 

 

 

 

 

 

 

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