Vida 

Quando eu era criança 
e adoecia
a mãe vinha e me dava
uma boa colher de esperança
e eu adormecia.
Era tão simples!

Quando depois, eu - rapaz - 
entristecia,
vinha o pai 
e me ofertava
um copo cheio de paz,
e eu prosseguia.
Tão simples que era!

Hoje, quando - adulto -
desespero,
eu oro sonhando
o Claro Vulto
e simplesmente espero.
Espero infinitamente...
E choro.


Sérgio L. Maduro
Página formatada em 21 jul 2004

 

 

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