PIQUETE - CIDADE PAISAGEM

Eventos Turísticos - Atualização

Grupo JONGO DE PIQUETE


Maiores informações: 12 9742-6119 com Mestre Gil ou no site: www.jongodepiquete.multiply.com

Grupo JONGO DE PIQUETE - RAIZ do SAMBA de RAIZ
DANÇA, CANTO E CULTURA AFRO BRASILEIRA

O Jongo é uma dança comunitária de origem africana e tem atravessado séculos com provas de sua força e vitalidade. No centro da roda um solista improvisa canções baseadas em situações do cotidiano ou canta "pontos" tradicionais que são respondidos em coros pelos participantes, numa combinação de batuque, canto e dança. A cultura do Jongo é oriunda das relações de sociabilidade que os escravos estabeleceram, principalmente, nas fazendas de cana e café onde eram proibidos de falar uns com os outros, assim cantavam e dançavam Jongo à noite, as letras eram utilizadas para comunicar coisas importantes e para mostrar o que tinha acontecido durante o dia ou que poderia acontecer no dia seguinte. O Jongo é referência cultural de várias regiões nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo, também é chamado de caxambu em alguns locais devido a utilização do tambor de mesmo nome. Em novembro de 2005 o Jongo foi registrado no Livro das Formas de Expressão como Patrimônio Cultural Brasileiro pelo IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em Piquete o reduto do Jongo é a Vila Eleotério, para onde se expandiu a população afro descendente do vizinho bairro da Raia, que recebeu muitos escravos libertos após a abolição da escravatura. De crianças com menos de 10 anos a adultos acima dos 40, cerca de 60 jongueiros estão revivendo pontos e passos preservados pelos mais velhos, ao som do tambu e do candongueiro.

 

13 de maio - Turismo na Rota da Liberdade

Treze de maio de 1888. Há exatos 122 anos, Princesa Isabel, filha de Dom Pedro II, assinava a famosa Lei Áurea, pondo fim à escravidão de negros no Brasil. O País foi o último ocidental a abolir o regime escravagista, responsável por trazer até 5 milhões de africanos nos porões dos chamados navios negreiros para serem comercializados a peso de ouro em solo tupiniquim. O que ninguém imaginava na época é que a riqueza cultural deles herdada seria ainda mais valiosa ao Brasil do que o próprio lucro dos traficantes de escravos. Mais do que força de trabalho, os que conseguiram sobreviver à viagem - estima-se que outros 5 milhões foram capturados, mas não conseguiram chegar vivos ao destino, devido aos maus-tratos - trouxeram consigo tradições e crenças que, misturadas aos costumes de brancos e indígenas, marcariam para sempre o caráter peculiar da identidade nacional e do diversificado turismo verde-amarelo, seja na gastronomia, na dança, na música, nas manifestações folclóricas ou nas paredes de construções históricas que hoje estampam importantes cartões-postais brasileiros, a exemplo de Salvador, Palmares, Porto de Galinhas e do circuito histórico de Minas Gerais. De olho neste filão, a cidade de Eldorado, no interior de São Paulo, servirá de sede entre os dias 7 e 10 de junho para o 1º Encontro Nacional de Turismo em Comunidades Quilombolas. Organizado pelo governo federal, o evento visa promover o intercâmbio de idéias e experiências entre os povoados, tanto os que já desenvolvem atividades turísticas quanto os que apresentam potencial para isso. A programação contará com visitas aos quilombos de Ivaporunduva e André Lopes. Por abrangerem áreas fartas em recursos naturais, as antigas comunidades de escravos fugidos tornaram-se exemplos de sustentabilidade ambiental e de resgate cultural. Características que levaram o governo do Estado de São Paulo a lançar, em 2007, a Rota da Liberdade, que envolve 18 municípios do Litoral Norte, Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira. A iniciativa contou com apoio da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) e é formada por seis roteiros. No primeiro, que passa por Tremembé, Taubaté e Pindamonhangaba, os turistas conhecem a saga dos negros durante a fase áurea do Ciclo do Café no Vale do Paraíba. O segundo dá detalhes do movimento abolicionista e seus desdobramentos desde Tremembé até Redenção da Serra. Outros dois roteiros partem de Piquete e dão ênfase às heranças religiosas que resultaram no sincretismo afro-brasileiro, além do papel do negro nos caminhos do ouro. E no último roteiro, que passa pelas litorâneas São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba, o elo entre o passado e o presente do negro no Brasil é revelado por meio de remanescentes de comunidades quilombolas, sítios arqueológicos e caminhos para escoamento do ouro no Litoral Norte.

Fonte: DIÁRIO DO GRANDE ABC
http://www.dgabc. com.br/News/5810361/na-rota-do-escravo.aspx

Divulgação
IRC - Idelmo Reis Comunicações
idelmo@uol.com.br
12 9720-9762

O Terço dos Negros em louvor a Santo Antônio é um costume com mais de 60 anos da família de Mestre Gil do Jongo. Esse terço se iniciou com suas tias Cecília e Josefina por conta de uma promessa. Acontecerá no dia 12 de junho às 21:00 horas na Rua São Judas Tadeu, 61 - Vila Eleotério / Braz, Piquete/SP. Após o terço teremos apresentação de roda de Jongo com o Grupo JONGO DE PIQUETE - UM NOVO OLHAR.

Idelmo Reis
idelmo@uol.com.br
12 9720-9762

 

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