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DOR
Na noite fria o frio triste me enregelou.
Na noite triste o triste frio me emocionou. A dor tão funda
do frio triste se confundiu com o frio pranto dos olhos tristes
que em mim ficou...
É feio o frio que o pranto triste me
revelou. É triste o frio que a dor doida me demonstrou. A
triste dor tão feia e funda que me doeu, ainda é triste. É fria
e feia - e dói demais.
Autora: Mª Auxiliadora Mota G. Vieira
(Maux) "Poemas de uma Vida" Página formatada em 14 mar
2003 |