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Soneto de uma Vida    

Não sei se a vida é triste, se a velhice é bela,
nem se a luz da verdade conduz o destino.
Não sei porque a dor presente se revela,
nos momentos vividos por todo o caminho.

Não sei se o sofrimento tem que ser constante...
Se a doença e a tristeza, que há para enfrentar,
precisam imperar todo e qualquer instante,
por mais esforço, empenho e garra prá lutar.

Conheci luzes, cor, tanto amor e ternura!
Reguei rosas na vida, com o orvalho do pranto,
nas pétalas deixando as gotas de amargura.

Cultivei pela estrada os botões da alegria.
Sorri, amei, chorei, tive de tudo um tanto,
mas algo ainda me falta! O que é mais que eu queria?

Autora: Mª Auxiliadora Mota G. Vieira (Maux)
"Poemas de uma Vida"
Página formatada em 06 abr 2003

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