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SISTE,
VIATOR!
Tu que trazes o
peito atormentado e aflito nas vascas da agonia infinda e
lacerante, ergue os olhos cansados, fitando o Infinito e pensa,
companheiro, medita um instante...
Busca o fulgor de Deus na
abóbada estrelada. Ouvirás em tua alma um sussurro: "Espera, não
olvides servir aos que te seguem a estrada ainda mesmo que a dor te
açoite qual megera."
Então, todo o teu ser, em prece,
comovido, bendize a doce paz, o bem usufruído mostrando ao Pai de
Amor a tua gratidão.
Sentindo que não estás sozinho na
jornada, segue, após, distribuindo a célica alvorada que, afinal,
despertou esse teu coração.
Mariinha
Mota Página formatada em 17 jun
2006 |