PIQUETE - CIDADE PAISAGEM
História

Fábrica Presidente Vargas


Comissão Construtora da Fábrica. Ao centro, o Ten. Cel. Sisson, ladeado pelo Cap. João José C. Curado,
Ten. Dr. Antenor O'Reilly, Luiz M. Pereira de Andrade, Antonio Miguel B. Lisboa, Antonio José da Fonseca,
Miguel P. Ferreira, Palmyro S. Pulchério, Álvaro G. Mariante, Antonio Fonseca e Leonel Velasco.
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

Síntese Histórica da Fábrica Presidente Vargas

Acontecimentos

Em ato solene, o tenente-coronel Augusto Maria Sisson, chefe da Comissão Construtora, entregou a chave simbólica da Fábrica de Pólvora sem Fumaça ao Dr. Afonso Moreira Pena, Presidente da República, que a repassou ao coronel Aquiles Velloso Pederneiras, diretor da mesma, com palavras de confiança na sua administração à frente da novel indústria. Eram mais ou menos 14h30min de 15 de março de 1909.

Antecedentes

Para suprir as necessidades de nossas Forças Armadas e, conseqüentemente, assegurar a soberania do seu território, o Brasil dependia da importação de explosivos e munições. Como Ministro da Guerra de Campos Salles, o Marechal João Nepomuceno de Medeiros Mallet deu início a um movimento renovador no Exército. Entre outras medidas, incluiu no plano de obras da Diretoria Geral de Engenharia a construção de uma fábrica de pólvoras e explosivos, que obteve aprovação através do Aviso nº 15, de 4 de fevereiro de 1902. Piquete foi o local preferido, pois atendia às exigências estratégicas no campo da segurança, devido à sua topografia, e, no técnico, pelos seus recursos naturais. Determinou o Ministro, na mesma oportunidade, a construção de um ramal férreo que ligasse a Estrada de Ferro Central do Brasil ao Bemfica, local primeiramente aceito para a edificação da fábrica. Eleito Presidente Rodrigues Alves, seu Ministro da Guerra, marechal Francisco de Paula Argollo, deu continuidade à iniciativa e, em 1905, a União adquiriu as fazendas “Estrella do Norte”, “Limeira” e “Sertão” para a localização do empreendimento, em detrimento da Fazenda Bemfica, oferta do Barão da Bocaina.


Herdeiros do Comendador Custódio Vieira da Silva, proprietário da fazenda "Estrela do Norte".
Foto de julho de 1905: a filha Maria Domiciana Vieira Bittencourt, viúva de Carlos Alvim Taques
Bittencourt e filhos, quando da negociação da propriedade com a Comissão de Compra do Governo Federal.
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

O projeto da fábrica foi elaborado pela Cia. E. I. Dupont de Nemours, EUA, tendo sido aprovado pelo Aviso nº 105, de 4 de maio de 1905. O governo criou, então, a Comissão Construtora do Parque Industrial, de acordo com o Decreto de 6 de julho de 1905, nomeando como seu diretor o tenente coronel Augusto Maria Sisson. A Comissão de Compras, chefiada pelo general Modestino de Assis Martins, nomeada pelo governo em 26 de janeiro de 1906, cuidava da aquisição das máquinas e outros materiais indispensáveis à fábrica. Nesse mesmo ano, o ramal férreo chegava a Piquete. O primeiro prédio edificado pela Comissão Construtora, a usina hidroelétrica, foi inaugurado com pompas pelo marechal Argollo, em 15 de setembro. Recebeu o nome de “Rodrigues Alves”, em homenagem ao Presidente da República. Também o Ministro foi reverenciado, tendo seu nome ligado à represa que, no mesmo dia, se inaugurava. Com a construção de 37 edifícios, no ano seguinte, 1907, a Comissão Construtora deu por encerrada a sua missão em 3 de maio. Processar-se-ia a instauração da maquinaria. Pelo Decreto nº 7230, de 17 de dezembro de 1908, foi aprovado o primeiro regulamento da Fábrica de Pólvora sem Fumaça, fixando entre seus objetivos “abastecer o Exército e a Armada com seus produtos; entregar ao mercado as sobras destes, adaptadas no que convier aos usos correntes, criando assim uma fonte de receita para o Estado; e proceder a toda a sorte de estudos técnicos relativos a pólvoras e explosivos, não só em bem do serviço público, como também mediante indenização para fins particulares”. Mais ainda, dispunha o Decreto sua organização: 1º Grupo – Ácidos; 2º Grupo – Algodão Pólvora; 3° Grupo – Nitroglicerina e Dissolventes; 4º Grupo – Pólvoras; 5º Grupo – Usina Hidroelétrica, Casa da Força Motriz, Oficinas de máquinas e ferraria, de carpintaria e latoaria. Como serviços subsidiários, o Laboratório Químico e Casa Balística. Nesse mesmo dia, 17 de dezembro, era nomeado Diretor da FPSF o coronel Aquiles Velloso Pederneiras, que assumiu o cargo a 16 de janeiro de 1909. Tudo estava pronto, aguardando apenas a inauguração oficial do Estabelecimento. E foi marcada a data: 15 de março desse 1909, com a presença da mais alta autoridade do país. Em comboio especial, às 5h encostou na estação de Lorena o trem trazendo a comitiva que tinha como destino Piquete. Na gare lorenense, aguardava o séquito presidencial o Presidente do Estado de São Paulo, Dr. Albuquerque Lins, e secretariado, deputado Arnolpho de Azevedo, Conde de Moreira Lima e outras autoridades. Às 7 horas, no Ramal Férreo Lorena-Bemfica, o Presidente Afonso Pena, acompanhado de vários ministros, do Presidente do Estado, de secretários, de grande número de altas patentes militares e autoridades civis, tomava o rumo da obra a ser inaugurada. Já em território militar, a Usina Hidroelétrica “Rodrigues Alves” foi o primeiro ponto de visitação.


5º Grupo - Interior da Casa de Força da Usina Rodrigues Alves. A energia motriz, a força
concentrada do dínamo em ação. Nas roldanas e no equipamento o símbolo energético.
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

Seguindo para a fábrica propriamente dita, o Presidente Afonso Pena e todos os seus acompanhantes percorreram e examinaram detalhadamente todas as oficinas. As informações e explicações sobre o funcionamento dos mecanismos foram transmitidas aos visitantes pelo tenente coronel Sisson, chefe das construções; pelo tenente-coronel Pederneiras, Diretor da Fábrica; pelo major Pedro Alexandrino, Subdiretor, e pelos responsáveis das seções. À hora do almoço, deslocaram-se para o prédio do quartel (Contingente), onde foi servido um banquete. O general Modestino Martins, Diretor Geral de Engenharia, usando da palavra, agradeceu a visita do Presidente da República, do Presidente de São Paulo, dos Ministros de Estado e demais autoridades, e traçou um histórico da Fábrica, reverenciando os nomes dos Marechais Mallet e Argollo. Finalizando, enalteceu a missão do governo presidencial, a quem coubera a glória de concluir tão necessária iniciativa. Respondendo à saudação, disse o Presidente Afonso Pena estar radiante pela realização dessa arrojada empresa do governo anterior, que preparava o Brasil para a defesa da sua soberania. Em seguida ao almoço, o Presidente da República recebeu carinhosa manifestação dos habitantes de Piquete. A banda de música que os acompanhava executou o Hino Nacional. Em nome do povo piquetense e da Câmara Municipal discursou o senhor Francisco Torres Sobrinho. Retornando à Fábrica, a comitiva foi diretamente para o último prédio a ser visitado – o laboratório, denominado “Afonso Pena”. Neste local, foi lavrada a ata da inauguração, que foi assinada por todos os presentes.


Antigo prédio da Direção da Fábrica. O desenho arquitetônico com as torres e o elaborado
motivo artístico da cimeira dão imponência ao edifício sede da Diretoria da Fábrica.
Aqui decidam-se as ações e assumia-se os riscos dos projetos.
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

Subsequências

Sob o acompanhamento dos engenheiros L.W.Bierwirth, representante da Cia.E. I. Dupont, Theodore Baker, químico especialista, e T.R. Wright, mecânico, a 25 de maio desse 1909, nossos operários deram início à fabricação de pólvora sem fumaça, tendo, em setembro, o Exército recebido o primeiro lote fabricado no Brasil. Antes de completar seu primeiro ano de estadia, os técnicos americanos foram dispensados. Nossos patrícios encontravam-se totalmente conscientes de suas atribuições. Confirmando a eficácia de nossos engenheiros químicos e do operariado, em 1911, participando da Exposição Internacional de Torino, na Itália, a FPSF de Piquete, conquistou com brilhantismo o “Grande Prêmio”. Prêmio este que se repetiu na Exposição Internacional, no Rio de Janeiro, durante as comemorações do primeiro centenário da nossa independência, em 1922. Sob a direção do coronel José Pompeu de Albuquerque Cavalcante, iniciou-se a construção da Fábrica de Trotil, inaugurada a 19 de maio de 1933.  Através do Decreto nº 878, de 3 de junho de 1936, o estabelecimento passou a denominar-se “Fábrica de Pólvoras e Explosivos de Piquete”. No 3º Congresso Sul-Americano de Química, em 1937, no Rio de Janeiro, a Fábrica participou como “Hors-concours”, recebendo o diploma correspondente. Como Diretor desde 1935, o coronel José Gomes Carneiro propiciou um ciclo grandioso nos anais da Fábrica. Deu início à construção das Fábricas de Nitroglicerina, Dinamite e Pólvora de Base-Dupla; da nova oficina de óleum, nova oficina de fundição, novo laboratório químico experimental; refeitório, além de ampliações e construções em todas as oficinas. Isso tudo no interior da Fábrica.


Laboratório Químico. Nesse edifício as pesquisas eram elaboradas como experiências básicas para a
produção fabril. O edifício destacava-se pelas linha simétricas e o arranjo solenizado da arquitetura.
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

Fora dela, construiu o Cassino dos Oficiais, playground, enfermaria-hospital, farmácia, gabinete odontológico, escola primária, reforma e iluminação para jogos noturnos no campo de futebol, residências para operários, cantina; montou a banda de música, proporcionou a contratação de jogadores para o E.C. Estrela etc. Novamente foi alterada a designação do estabelecimento, observando o Aviso 328, de 25 de abril de 1939, para “Fábrica de Piquete”. Na administração do coronel Sílvio Lourenço Scheleder, em 15 de março de 1941, foram inauguradas as “Fábricas de Pólvoras de Base Dupla, Dinamite e Nitroglicerina”. Em 25 de fevereiro de 1942, assumiu o coronel Waldemar Brito de Aquino. No âmbito da Fábrica, registramos a inauguração do Refeitório, do Laboratório Central, Usina de Óleum. Na área social, procedeu-se à construção de casas residenciais, do Cine Estrela do Norte, do “Elefante Branco”, da Vila “Duque de Caxias”, do magnificente “Departamento Educacional”, entre outras obras. Ainda a registrar que, em 8 de dezembro de 1942, por Aviso Ministerial 3231, o complexo industrial passou a chamar-se “Fábrica Presidente Vargas”. O cinquentenário da Fábrica, em 15 de março de 1959, ocorreu na administração do coronel Ário Rodrigues Ribas, e foi condignamente comemorado. Da sua inauguração até os dias atuais, a Fábrica não fez outra coisa a não ser investir em novas tecnologias, em novos estudos, sempre acompanhando os passos do progresso. Seu desligamento direto do Ministério do Exército, para ingressar no conglomerado Indústria de Material Bélico do Brasil (IMBEL), deu-se em 1977. Nesse período destacou-se a construção das unidades de Fabricação de Nitrocelulose, Unidade Piloto de Propelentes Moldados e a Oficina de Massa Primária, sendo a primeira inaugurada em 1987, com a presença do Presidente da República José Sarney. Ao completar seu centenário no dia 15 de março de 2009, a Fábrica Presidente Vargas conta com área construída de 112.879m²; com 343 edifícios operacionais e 8 administrativos, mantendo uma área de preservação ambiental de 28.000.000 m², contendo as seguintes unidades de produção: Fábricas de Nitrocelulose, Nitroglicerina e Dinamites, Pólvoras de Base Simples, Massa Primária (para pólvoras de base dupla), Pólvoras de Base Dupla, Trotil, Propelentes Moldados (motores para foguetes), Nitrato de Monoetalonina, Lamas Explosivas, Explosivos Tipo Nitrocarbonitrato, Carbonitrato, Emulsões Explosivas e Utilidades Industriais: Estação de Tratamento de Água, Estação de Tratamento de Despejos Industriais, Estação de Geração de Vapor, com o objetivo precípuo de produzir produtos químicos, explosivos e propelentes de emprego militar e civil. Nos seus cem anos de existência, a Fábrica tem reconhecida sua importância estratégica para a IMBEL, para o Exército e para a Segurança Nacional, no sentido de estar preparada, com seus produtos e serviços de alta tecnologia militar, para suprir as necessidades de fornecimento e de mobilização das Forças Armadas do Brasil. Há que se fazer justiça, pois além das qualidades morais e administrativas dos diretores que geriram os destinos da Fábrica para planos mais elevados, sempre houve a assessorá-los uma plêiade de gabaritados oficiais, engenheiros e administrativos do Exército, que primavam, com seus esforços e competência, para a grandeza do Estabelecimento. Citar alguns seria injustiçar outros. Ligados igualmente à história da instituição estão os técnicos civis, os mestres e o operariado que, através dos tempos, demonstraram capacidade invulgar, e somente honraram, na labuta diária, a confiança neles depositada.

Antônio Carlos Monteiro Chaves
Jornal "O Estafeta" - Edição Comemorativa
Março de 2009 - Piquete-SP


Inauguração da Estação Ferroviária Rodrigues Alves
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

 

A Fábrica e Piquete

Nossa cidade, humilde Vila do final do século 19, que se propunha um progresso baseado no café e na agricultura, fatalmente teria a estagnação como futuro e uma vida modorrenta. Tivemos a felicidade de em nossas terras instalar-se a “Fábrica de Pólvora sem Fumaça”. Aí, realmente, Piquete nasceu. Toda a cidade passou a viver em sua função e, mesmo aqueles que nenhum vínculo possuíam com ela, indiretamente se beneficiavam. As atividades sociais da Fábrica para seus funcionários e familiares eram, sem nenhum embaraço, extensíveis aos particulares. Relembremos de quantas glórias o “Estrela de Piquete” trouxe à cidade (e não à Fábrica). O nome de Piquete é que se destacava. O mesmo acontecia com a Banda de Música e seus dois “Jazz Bands”. A educação, através do extraordinário “Departamento Educacional”, elevou piquetenses, filhos de operários ou não, aos mais diversificados ramos da vida nacional. Atendendo indistintamente, o mais bem aparelhado hospital da região, o da Fábrica, amenizou muitos sofrimentos. Também a cidade, nas horas tristes de sinistros acontecimentos na Fábrica, ceifando vidas de operários, chorava, lamentosa, essas armadilhas do destino. Irmanavam-se todos na mesma dor, no mesmo luto. Piquete ainda é a Fábrica. Fundem-se, embora a maioria da população, na atualidade, nenhum vínculo direto mantenha com ela. A Fábrica é nosso símbolo. Parafraseando o brio patriótico de Hibraim Nobre, encerramos: é pena que para tão grande história tão curto espaço.

Antônio Carlos Monteiro Chaves
Jornal "O Estafeta" - Edição Comemorativa
Março de 2009 - Piquete-SP


Inauguração da Represa Marechal Argolo
Foto escaneada do folheto comemorativo do Centenário da Usina Rodrigues Alves.

 

Os Filhos da Fábrica de Pólvora

A história da Fábrica de Pólvora Sem Fumaça inicia-se com os primeiros planejamentos realizados sob a responsabilidade do marechal Medeiros Mallet, em 1902, exatamente o ano em que Euclides da Cunha publicava "Os Sertões" que, num Brasil com os olhares voltados para a Europa, tornavam-se um marco da valorização da realidade e das tradições do país e um sinal de ruptura com o projeto de Brasil europeizado. Nesse contexto em que sopravam ventos nacionalistas, começava a ser gerada a Fábrica de Pólvoras numa grota encravada na Mantiqueira, onde nossas forças militares passaram a buscar o alimento de sua artilharia para a defesa, manutenção e construção da federação a partir de 1909, início das atividades fabris. Os primeiros anos da República do Brasil foram fortemente marcados por uma hegemonia agrária exportadora. Isto durou de 1889 até a grande depressão de 1929, quando a decadência do café e as dificuldades do mercado externo forçaram o sistema agrário da velha República a investir na economia industrial orientada para o mercado interno, substituindo as importações. Mesmo levando em conta que a primeira guerra mundial dera um pequeno incentivo a uma precária industrialização em algumas regiões do país, ainda podemos afirmar que a cidade de Piquete, com a implantação da Fabrica de Pólvoras, viveu situação ímpar entre as cidades do Vale do Paraíba fortemente atreladas ao café. Ela conheceu precocemente o fenômeno da industrialização e isto provocou, gradativamente, profunda modificação no seu perfil econômico, político, social, religioso e cultural. A riqueza gerada com a produção industrial criou, aos poucos, uma classe operária independente das antigas elites; a capacitação profissional, em diversificados ofícios, causou impacto na infra-estrutura e no embelezamento da cidade; o desenvolvimento econômico atraiu operários de todo o Brasil, bem como artesãos, sapateiros, alfaiates e comerciantes que vieram suprir as necessidades dos operários. Isto causou uma rica adição de novos elementos culturais na vida social da cidade, que foi conhecendo uma diversidade capaz de romper a sedimentação do etos, dos costumes anteriormente estabelecidos. Acredito que a diversidade é sempre enobrecedora; por isso, penso que este fato foi muito positivo para nosso povo. Nestes 100 anos de atividades, a Fábrica de Pólvora alimentou não só as forças militares e a construção civil, mas também a vida dos piquetenses. Gerou muita alegria, produziu bom futebol, carnaval, templos e festas religiosas, deu às famílias o pão de cada dia. Com a pólvora, produziu também a dor e o sofrimento, separando pessoas que se amavam, quase sempre antes da hora. A Fábrica foi sempre um ponto de convergência da vida da cidade. Nós, que somos filhos de Piquete, somos também filhos da Fabrica de Pólvora. Desejamos que esta data seja um marco na construção de uma empresa ainda mais forte e atual. Que este novo século que se inicia em sua história seja um tempo de sucesso e prosperidade, e que a Fábrica continue exercendo seu importante papel social em nosso município.

Pe. Fabrício Beckmann
Jornal "O Estafeta" - Edição Comemorativa
Março de 2009 - Piquete-SP

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