FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

 

 


Da esquerda para a direita: Gen. W. D. Crittemberg, Cel. Lima Brayner, 
Ten. Cel. Castelo Branco e Gen. Mascarenhas. De costas o Major Vernon Walters.
Foto escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos" - José de Oliveira Ramos

9ª Pergunta: Como e quando foi constituída a FEB?

Resposta: Pela Portaria de 9 de Agosto de 1943 a FEB foi constituída pelos elementos seguintes:
a) 1ª DIE (1ª Divisão de Infantaria Expedicionária) órgão
operativo.
 b) Órgãos não Divisionários - órgãos de apoio.

10ª Pergunta: Quem comandava a FEB?

Resposta: O Comando da FEB era exercido pelo General de Divisão João Baptista Mascarenhas de Moraes que acumulava as funções de comandante da 1ª DlE e dos Órgãos não Divisionários e de Delegado Brasileiro no Quartel General do Teatro de Operações.


Da esquerda para a direita: Caps. Edson de Figueiredo, Roberto Salamini, Paulo F. Pará; Gen. Mascarenhas de Moraes, Ten. Ary Abott Romeiro; Caps. Hélio Brandão,
José Maria Romaguerra e Sílvio de Melo Cahu - Porreta, 31/12/1944.
Foto  escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos" - José de Oliveira Ramos.

11ª  Pergunta: Quem comandava a 1ª DIE e qual era sua composição?

Resposta: Comandava a 1ª DIE o Gen. de Divisão João Baptista Mascarenhas de Moraes. Era a Divisão organizada nos moldes americanos, completamente diferente da adotada pelo nosso Exército naquela época e era assim constituída:
a) Comandante - Gen. Div.
b) Sub-Comandante - Gen. Bda. (Cmt. ID)
c) Quartel General
Estado Maior Geral - Chefia;
1º Sec - Pessoal
2º Sec -Informações
3º Sec - Operações
4º Sec - Logística
Estado Maior Especial
Serviços: Material Bélico; Intendência; Saúde; Engenharia; Comunicação; Guerra Química; Fundos; Polícia Especial; Religioso; Postal; Justiça; Inspetoria Geral; Ajudância Geral.
Tropa Especial - Cia. do Q.G.; Cia. Leve de Manutenção; Cia. de Intendência; Destacamento de Saúde; Pelotão de Polícia; Banda de Música e Pelotão de Sepultamento.
d) Infantaria Divisionária
Cmt. - Gen de Brigada; 3 Regimentos de Infantaria
e) Artilharia Divisionária
Cmt. - Gen de Brigada; 3 Grupos 105; 1 Grupo 155
f) Batalhão de Engenharia de Combate
g) Batalhão de Saúde
h) Esquadrão de Reconhecimento
i) Companhia de Transmissões
j) Esquadrilha de Ligação e Observações


Gen. Mascarenhas e Gen. Willis D. Crittemberg em Porreta, 21/11/1944
Foto de Kosseff, do V Exército, escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos"
José de Oliveira Ramos - Gráfica Laemmert Ltda.

12ª Pergunta: Quem comandava os Órgãos não Divisionários e qual era a sua composição?

Resposta: Afim de atender as necessidades da 1ª DIE foi criada a Inspetoria Geral, sob a direção do Gen. de Bda. Olympio Falconière da Cunha, com os seguintes órgãos que se escalavam desde as imediações da frente (Sul de Bolonha) - até Nápoles (Sul da Itália).
a) Inspetor Geral - Gen. Bda. Estado maior; b) Depósito de Pessoal; c) Depósito de Intendência; d) Agência do Banco do Brasil; e) Pagadoria Fixa; f ) Serviço de Saúde; g) Serviço Postal (Correio Regulador); h) Serviço de Justiça; i) Seção Brasileira de Base.

13ª Pergunta: Qual o efetivo total da FEB?

Resposta: Tomaram parte ativa na FEB 25 374 homens, assim descriminados:
4 - Generais (inicialmente, mais 4 da Justiça Militar); 1 535 - Oficiais; 15 - Oficiais da ativa e da reserva (Justiça); 67 - Enfermeiras; 26 - Capelães; 28 - Funcionários do Banco do Brasil; 23 699 - Praças. Na 1ª DIE, isto é, na frente, havia normalmente um efetivo da ordem de 15 000 homens.


Grupo de Oficiais do QG em Francolise; da direita para a esquerda: Caps. Eduardo Confúcio C. Bastos e Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira; Cels. Armando de Moraes Ancora e Osvaldo de Araújo Mota; Cap. Welt Ribeiro, Tens. Silva e Vitral.
Foto escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos" - José de Oliveira Ramos.

14ª Pergunta: Quais os Comandantes de Corpos e Chefes de Serviços da FEB?

Resposta: Generais - Gen. Div. João Baptista Mascarenhas de Moraes Comandante da FEB, Comandante da 1ª DIE, Delegado Brasileiro no Quartel General de Teatro de Operações; Gen. Bda. Euclides Zenóbio da Costa, Comandante da Infantaria Divisionária da 1ª DIE e Comandante do Destacamento da FEB; Gen. Bda. Oswaldo Cordeiro de Faria, Comandante da Artilharia Divisionária da 1ª DIE; Gen. Bda. Olympio Falconière da Cunha, Inspetor Geral da FEB.
Estado Maior Geral - Cel. Floriano Lima Brayner, Chefe do Estado Maior Geral; Ten. Cel. João da Costa Braga, Chefe da 1ª Seção; Ten. Cel. Amaury Kruel, Chefe da 2ª Seção; Ten. Cel. Humberto de Alencar Castelo Branco, Chefe da 3ª Seção; Maj. Aguinaldo José de Senna Campos, Chefe da 4ª Seção.
Estado Maior Especial - Cel. Oswaldo de Araújo Motta, Ajudante Geral; Cel. José Machado Lopes, Chefe do Serviço de Engenharia; Ten. Cel. Luiz Braga Mury, Chefe do Serviço de Material Bélico; Ten. Cel. Médico Dr. Gilberto, Chefe do Serviço de Saúde; Ten. Cel. IE Fernando Lavaquiel Biosca, Chefe do Serviço de Intendência; Ten. Cel. IE Odilon Gomes da Silva, Chefe do Serviço de Fundos; Maj. Manoel Campos Assumpção, Chefe do Serviço de Guerra Química; Maj. Arnaldo Augusto da Matta, Chefe do Serviço de Comunicações; Maj. Raphael de Souza Aguiar, Chefe do Serviço de Polícia; Ten. Cel. Honorário Adalberto Barreto, Chefe do Serviço de Justiça; Ten. Cel. Honorário Eugênio Carvalho Nascimento, Auditor de Guerra; Padre João Pheeney de Camargo e Silva, Chefe do Serviço Religioso; Maj. R-2 Reynaldo Ramos Saldanha da Gama, Chefe do Serviço Especial; Ten. Cel. Thales Moutinho da Costa, Da Inspetoria Geral.
Tropa Especial - Ten. Cel. Armando de Moraes Ancora, Comandante do QG; Ten. Cel. Médico Dr. Augusto Marques Torres, Comandante do Destacamento de Saúde; Cap. Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira, Comandante da CIA do QG; Cap. Gilberto Pessanha, Comandante da CIA de Manutenção; Cap. IE Victor Felicetti, Comandante da 1ª Cia. de Intendência; 1º Ten. IE Lafayette Vargas Moreira Brasiliano, Comandante do Pelotão de Sepultamento; 1º Ten. R-2 José Sabino Maciel Monteiro, Comandante do Pelotão de Polícia; 2º Ten. Franklin de Carvalho Júnior, Mestre da Banda de Música; Maj. Zacarias Xavier Muller, Comandante de Depósito Divisionário; Ten. Cel. João de Almeida Freitas, Chefe do Estado Maior da 1ª DE/1.
1º Regimento de Infantaria - Cel. Aguinaldo Caiado de Castro, Comandante do 1º Regimento Infantaria; Ten. Cel. Samuel da Silva Pires, Sub-Comandante do 1º RI; Maj. Olívio Gondin de Uzeda, Comandante do 1º Batalhão; Maj. Syzeno Sarmento, Comandante do 2º Batalhão; Maj. Franklin Rodrigues de Moraes, Comandante do 3º Batalhão.
6º Regimento de Infantaria - Cel. João Segadas Vianna; Cel. Nelson de Mello a partir de 23-02-45, Comandante do 6º Regimento de Infantaria; Ten. Cel. João Batista Rangel, Sub. Comandante do 6º RI; Maj. João Carlos Gross, Comandante do 1º Batalhão; Maj. Abílio Cunha Pontes, Comandante do 2º Batalhão; Maj. Silvio Castor da Nóbrega, Comandante do 3º Batalhão.
11º Regimento de Infantaria - Cel. Delmiro Pereira de Andrade, Comandante do 11º Regimento Infantaria; Ten. Cel. Mario Tasso Sayão Cardoso, Sub. Comandante do 11º RI; Maj. Jacy Guimarães; Maj. Manoel R. de Carvalho Lisboa, a partir de 16-2-45, Comandante do 1º Batalhão; Maj. Orlando Gomes Ramagem, Comandante do 2º Batalhão; Maj. Cândido Alves da Silva, Comandante do 3º Batalhão
Estado Maior da AD - Cel. Emílio Rodrigues Ribas Junior ,Chefe do Estado Maior da Artilharia Divisionária; Maj. João Manoel Lebrão,Chefe da 1ª Seção do Estado Maior da AD; Maj. Antonio de Mendonça Molina, Chefe da 2ª Seção do Estado Maior da AD; Ten. Cel. Nestor Penha Brasil, Chefe da 3ª Seção do Estado Maior da AD; Ten. Cel. Affonso Henrique de Miranda Correa, Chefe da 4ª Seção do Estado Maior da AD.
1º GR. Art. 105 - Ten. Cel. Waldemar Levy Cardoso, Comandante do 1º Grupo de Artilharia; Maj. Anísio Martins de Oliveira, Sub. Comandante do 1º Gr. Art. 105
2º GR. Art. 105 - Cel. Geraldo da Camino; Ten. Cel. Emilio Maurell Filho, a partir de 28-4-45, Comandante do 2º Gr. Artilharia; Maj. Custódio de Oliveira, Sub. Comandante do 2º Gr. Art. 105.
3º GR. Art. 105 - Cel. José de Souza Carvalho, Comandante do 3º Grupo de Artilharia; Maj. Heitor Borges Fortes, Sub. Comandante do 3º Gr. Art. 105.
4º GR. Art. 155 - Ten. Cel. Hugo Ponasco Alvim, Comandante do 4º Gr. Artilharia; Maj. Ney Caldas Cerqueira, Sub. Comandante do 4ª Gr. Art. 155.
9º B.E.Comb. - Cel. José Machado Lopes, Comandante do 9º Batalhão de Engenharia de Combate; Maj. Affonso Augusto de Albuquerque Lima, Sub. Comandante do 9º BE Comb.
1º B. Saúde - Ten. Cel. Médico Dr. Bonifácio Antonio Borba, Comandante do Batalhão de Saúde; Cap. Médico João Maliceski Junior, Sub. Comandante do BS.
1º Esq. Recto. - Cap. Flávio Franco Ferreira, Comandante do 1º Esquadrão de Reconhecimento.
1ª Cia. Transm. - Cap. Mário da Silva Miranda, Comandante da 1ª Companhia Transmissão
1º Esq. Lig. Obs. - Cap. Aviador João Affonso Fabrício Belloc, Comandante da Esquadrilha de Ligação e Observação

Elementos não divisionários
Maj. Antonio de Souza Junior - Chefe da Seção Especial do Comando da FEB
Cel. Médico Dr. Emannuel Marques Porto - Chefe do Serviço de Saúde da FEB
Cel. Gastão Detsi - Gerente do Banco do Brasil
Ten. Cel. I. E. José Paulini - Chefe da Pagadoria Fixa
Cel. João Pinto Pacca - Chefe da Seção Brasileira de Base
Ten. Cel. Guilhermino F. Santos Filho - Chefe do Depósito de Intendência
Ten. Cel. Frederico Villeroy França  - Chefe da Estação Reguladora do S. Postal



Corpo de Enfermeiras desfilando na Avenida Rio Branco no Rio de Janeiro.
Foto escaneada do livro "Eu estava lá" de Elza Cansanção.

15ª Pergunta: Como foi organizado o Corpo de Enfermeiras?

Resposta: Sessenta e sete jovens brasileiras apresentaram-se voluntariamente para exercerem junto à FEB o nobre mister de assistirem física e moralmente os feridos e doentes que necessitassem do seu socorro. Distribuídas pelos Hospitais de Campo, de Evacuação do Estacionamento e Geral, ainda auxiliavam a Cruz Vermelha americana e a Evacuação Aérea para a América do Norte e para o Brasil. Em todas essas organizações hospitalares exerciam a função de enfermagem sem distinção de nacionalidade, inimigos inclusive. Seguiram para a Itália, por via aérea, com a graduação de sargentos, logo em seguida arvoradas em segundos tenentes pela situação criada face às suas colegas americanas. Não raro, num gesto pleno de bondade e desprendimento, substituíam os entes familiares de seus assistidos junto aos mesmos, nos seus leitos de dor, ou transmitiam àqueles os seus últimos pensamentos. Foram, enfermeiras da FEB:
2ºs Tenentes - Acácia Cruz, Alice Neves Maia, Altamira Valadares, Amarina Franco Moura, Antonieta Ferreira, Araci Arnald Sampaio, Arminda Célia Barrozo, Berta Moraes, Carlota MeIo, Carmem Bebiano, Dirce R. da Costa Leite, Edith Aranha, Elita Marino, Elza Cansanção Medeiros, Elza Ferreira Viana, Elza Miranda da Silva, Fausta Nice Carvalhal, Gema Imaculada Otolograno, Graziela Afonso de Carvalho, Guilhermina Rodrigues Gomes, Haidée Rodrigues Costa, Helena Ramos, Heloisa Cecília Villar, Ilda Ribeiro, llza Meira Alkmim, lnacia de Melo Braga, lzabel Novaes Feitosa, Jaci Chaves, Jacira de Souza Góes, Jandira Bessa Meirelles, Jandira Faria de Almeida, Joana Simões de Araujo, Juraci França Xavier, Jurgleide Dóris de Castro, Lenalda Lima Campos, Ligia Fonseca, Lilia Pereira da Silva, Lindaurea Galvão, Lucia Osório, Maria Aparecida França, Maria Balem Landi, Maria Celeste Fernandes, Maria Conceição Soares, Maria do C. Correa e Castro, Maria José Aguiar, Maria L. Vilela Honry, Maria Hilda de MeIo, Maria J. Vassimon de Freitas, Maria de Lourdes Mercês, Matilde Alencar Guimarães; Nair Paula de MeIo, Neusa de Melo Gonçalves, Nicia de Moares Sampaio, Nilza Cândida da Rocha, Novembrina Augusto Cavaleiro, Olga Mendes, Olímpia de Araujo Camerino, Ondina Miranda de Souza, Roselys Belém Teixeira, Sara de Castro, Semirames de Queiroz Montenegro, Silvia Pereira Marques, Silvia de Souza Barros, Virginia M. de Niemeyer Portocarrero, Virgínia Leite, Wanda Sofia Magewski.

16ª Pergunta: Como foi organizada a Capelania?

Resposta: A Capelania Militar foi criada para prestar assistência religiosa e cooperar com o Serviço Especial em tudo que se relacionasse com a sua função. Assistindo os últimos momentos dos moribundos, confortando e aconselhando os que necessitavam de seu apoio moral e servindo de ligação entre os analfabetos e seus familiares e amigos no Brasil, mantendo sua correspondência, foram os Capelães elementos preciosos na manutenção do elevado padrão moral da tropa. Foram Capelães da FEB: Chefe - Ten. Cel. Honorário - Pedro João Pheoney de Camargo e Silva. Católicos - Capitães Honorários - Padre Amarildo da Silva Leite (Dom Francisco); Padre Antonio Álvares da Silva (Frei Orlando); Padre Francisco Eloy de Oliveira; Padre Helio Abranches Viotti; Padre Hipólito de Almeida Pedrosa; Padre João Baptista Cavalcanti; Padre Jonas Wanderley Lima (Frei Gil Maria). 1ºs Tenentes Honorários - Padre Achiles Silvestre; Padre Alberto Costa Reis; Padre Alcionilio Bruzzi; Padre Francisco F. de Moura Filho; Padre Gregório Pelegrino Camasseto; Padre Jacob Emilio Schneider; Padre João B. Uchoa Cavalcanti Sobrinho; Padre Joaquim Jesus Dourado; Padre Jorge Ferreira Brito; Padre Manoel I. de Lacerda Santos; Padre Nicolau Vendelino James; Padre Nilo Kolet; Padre Noé Pereira; Padre Olavo Ferreira de Araújo; Padre Urbano Rauch. Protestantes - 1ºs Tenentes Honorários - Reverendo João Filson Sóren; Reverendo Juvenal Ernesto da Silva.

17ª Pergunta: Como foi organizado o Serviço de Justiça?

Resposta: As faltas disciplinares ficavam no âmbito das unidades, e suas repressões a critério dos respectivos comandantes. Vários motivos levaram o Comando da FEB a instituir uma tabela de multas, em dinheiro, proporcionais à natureza da falta cometida, descontada dos vencimentos do infrator. Essas importâncias eram recolhidas ao Serviço de Fundos, onde constituíam um Título Especial destinado às famílias dos praças falecidos em ação. Terminada a Guerra foram entregues ao então Ministério da Guerra cerca de quinhentos contos (500:000$000) que constituíam aquele Título. Os delitos que não se enquadravam nas faltas disciplinares eram julgados pela Justiça Militar, a princípio toda ela sediada na Itália, e, após a visita do Ministro da Guerra ao front, em setembro de 1944, somente as Auditorias permaneceram, tendo o Conselho Supremo de Justiça Militar sido recolhido ao Brasil. A Justiça Militar era assim organizada:
Presidente - Juiz - Gen. Div. Boanerges Lopes de Souza
Juízes - Gen. Div. R-2 Washington Vas de Mello; Gen. Bda. Francisco de Paula Cidade.
Procurador Geral - Gen. Bda. R-2 Waldemiro Gomes Ferreira
Secretário -1º Ten. R-2 Iberê G. Fernandes de Sá
A disposição - 1º Ten. R-2 Gerardo Magela Machado; 1º Ten. R-2 Amilcar da Costa Rubim
Primeira Auditoria:
Auditor - Ten. Cel. R-2 Adalberto Barreto
Promotor - Cap. R-2 Orlando M. Ribeiro da Costa
Advogado de Ofício - 2º Ten. Raul da Rocha Martins
Escrivão - 2º Ten. R-2 Ary Albort Romero
Segunda Auditoria:
Auditor - Ten. Cel. R-2 Eugenio Carvalho do Nascimento
Promotor - Cap. R-2 Amador Cisneiro do Amaral
Advogado de Ofício - 2º Ten. R-2 Bento do C. L. Leite Albuquerque
Escrivão - 2º Ten. R-2 Walter Bello Faria

18ª Pergunta: Como contribuíram os Estados na formação da FEB?

Resposta: A dificuldade de citar nominalmente as 23 702 praças que integraram a FEB leva-nos a grupá-las numericamente por Estados: Amazonas - 91; Pará - 281; Maranhão - 134; Piauí - 67; Ceará - 377; Rio Grande do Norte - 341; Paraíba - 349; Pernambuco - 651; Alagoas - 148; Sergipe - 192; Bahia - 686; Espírito Santo - 345; Rio de Janeiro - 1 942; Guanabara - 6 094; São Paulo - 3 889; Paraná - 1 542; Santa Catarina - 956; Rio Grande do Sul - 1 880; Minas Gerais - 2 947; Goiás - 111; Mato Grosso - 679.

"100 Vezes responde a FEB"
Marechal José Machado Lopes

Um Herói nunca morre!

Simples História de um Homem Simples
As Origens
Força Expedicionária Brasileira
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Homenagens aos Heróis
Saudade
A vida felizmente pode continuar... 

 

 

 

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