FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

 

"O Jeca chega, combatendo, recebe palmas e copo de vinho... A população acha que o Jeca é melhor que o inglês e o americano."

Ten. Cel Humberto de A. Castello Branco em carta para sua esposa

 

 


Soldados brasileiros em Massarossa, recepcionados pela população local
Arquivo Diana Oliveira Maciel

Brasileiros em Ação

Os esplêndidos resultados do exercício realizado em Vada, nas jornadas de 10 e 11 de setembro, decidiram em definitivo a entrada em linha do contingente brasileiro. Como acontecera a todas as tropas que ainda não tinham recebido o "batismo de fogo", os Brasileiros foram destacados para um setor relativamente calmo, "onde deveriam receber a inoculação do combate", conforme se expressou o General Mark Clark. Foi o Destacamento FEB constituído pela tropa do 1º Escalão de Embarque, e sob o comando do General Zenóbio da Costa, empregado no âmbito do IV Corpo de Exército, comandado pelo General Ceittenberger. A zona de ação atribuída ao Destacamento FEB situava-se entre a planície que borda o litoral do mar Tirreno e o pitoresco vale do Serchio. Enfeixava o divisor entre esse curso d'água e os tributários daquele mar, ou melhor dito, encerrava, desde o início, os contrafortes dos Apepinos mais conhecidos pela designação de Alpes de Apuânia. Na noite de 15 de setembro de 1944 a tropa brasileira substituía a tropa americana que se achava em linha, disposta em larguíssima frente, à esquerda da 1ª Divisão Blindada. A 18 de setembro os brasileiros se apoderam de Camaiore e, com as ações da jornada de 19 de setembro, conseguem cerrar sobre os postos avançados da famosa Linha Gótica. Duras jornadas enfrentou a nossa tropa para atingir Monte Prano, onde chegou a 26 de setembro. Constituiu a vitória de Monte Prano um feliz remate da primeira manobra das armas brasileiras no teatro de guerra italiano, merecendo lisonjeira repercussão nos círculos militares aliados. A estréia do Destacamento FEB foi evidentemente auspiciosa, mormente por se tratar de uma tropa de formação e treinamento recentes a defrontar-se com um inimigo ardiloso e veterano de muitas batalhas. Na jornada de 27 de setembro, as nossas patrulhas perdem o contacto com o inimigo, que se furta ao combate, protegido pelas escarpas e grotões de um terreno difícil. Resolve, por isso, o Comando americano transferir para o vale do Serchio a tropa do General Zenóbio da Costa, transferência esta que terminou em 2 de outubro. São inúmeras as vilas e cidades engastadas no formoso vale do Serchio, destacando-se: Lucca, Borgo a Mozzano, Bagni de Lucca, Fornaci, Gallicano, Castelnuovo do Garfagnana. Prosseguindo o seu movimento para o Norte, ao longo do referido vale, ocupou o Destacamento FEB a 6 de outubro, as localidades de Fornaci e Coreglia Antelminelli. No dia 11 de outubro os brasileiros ocupam Barga e as alturas que dominam, pelo Sul, a vila de Gallicano. Durante alguns dias procurou o General Zenóbio consolidar as suas posições e, mediante o lançamento sistemático de patrulhas, foi colhendo as melhores informações sobre o dispositivo e o efetivo inimigos, tendo em vista atacar Castelnuovo di Garfagnana, ponto-chave das comunicações dos contrários. Na manhã de 30 de outubro, apesar da lama e da chuva, o Destacamento FEB, num primeiro tempo de operação, atingiu a linha de alturas, de onde deveria se lançar sobre Castelnuovo. Servida por uma transversal rodoviária, que se destinava à planície costeira, era a localidade de Castelnuovo de importância vital para o comando alemão. Decidiu, por isso, o inimigo desfechar contra-ataques, destinados a nos afastar daquele importante baluarte estratégico. Nossas tropas foram surpreendidas e recuaram para a sua posição inicial, pagando caro o seu erro de subestimar o valor combativo do inimigo. Foi esse o primeiro revés dos brasileiros na Campanha da Itália. Apesar desse lamentável acontecimento, conquistou o Destacamento FEB, de 16 de setembro a 31 de outubro, 40 quilômetros de progressão, capturou 208 prisioneiros, algumas cidades e uma fábrica de acessórios para aviões, sofrendo 290 baixas entre mortos, feridos, acidentados e extraviados. Encerrou-se com tais resultados a ação do General Zenóbio da Costa como comandante do Destacamento FEB, uma vez que a chegada do grosso da 1ª DIE estava a exigir a sua presença no preparo de dois Regimentos de Infantaria (1º e 11º RI).

Marechal Mascarenhas de Moraes
"A FEB pelo seu Comandante"


Mapa do Teatro de Operações da FEB, na Itália

A 30 de setembro recebemos a visita do nosso Ministro da Guerra General Eurico Gaspar Dutra. Desde cedo estávamos paramentados para esta cerimônia: blusa e gravata verdes, mas o homem só chegou às 15 horas. Foi logo dizendo que dispunha apenas de cinco minutos e demorou-se realmente meia hora. Correu rapidamente às enfermarias, não se deteve para conversar com os feridos. Só a um deles dirigiu a palavra, perguntando onde fora ferido. Infelizmente este tinha sido operado de apendicite aguda. Meio decepcionado o Sr. Ministro largou o seguinte comentário: "Mas você sai do Brasil para ter apendicite aqui?" Ainda mais encabulado e respeitoso, o soldado fez um esforço como quem quer levantar-se e respondeu: "Não foi por minha culpa, meu General". Também o nosso comandante, participante da comitiva, via, só então, os feridos de guerra, neste hospital, o primeiro a servir ao exército brasileiro na Itália. Na barraca do comandante houve um brinde rápido e a seguir retiraram-se as autoridades. Mera visita de formalidade. Não sentimos em nossos comandantes o supremo e sagrado interesse pelo soldado ferido, expressão máxima do sacrifício pela Pátria. A atenção do nosso Ministro da Guerra, que é general, certamente estava voltada para os lugares em que se desdobravam as medidas necessárias a pôr em prática os planos estratégicos. Os feridos, sacrificados no cumprimento do dever, são uma espécie de subprodutos incômodos das batalhas. Assim é a desumana guerra. Inicia-se o mês de outubro. Os boatos são maus. Churchill afirma que a guerra ainda durará um ano. Nós já estamos nostálgicos, mas o trabalho afugenta as sensações sombrias. Trabalhamos todo o dia e a noite inteira porque recebemos oito feridos. Só chegamos ao término dessa contínua atividade às nove horas da manhã. Até o momento não perdemos nenhum operado, estão sendo todos evacuados oportunamente para a retaguarda em convalescença. Melhora a nossa comodidade. Conseguimos uma bacia de ágata para lavar o rosto pela manhã, em substituição ao capacete de aço, que é bom, mas não fica facilmente em posição, por ser de copa esférica, vira-se com freqüência e entorna o conteúdo. A compra da bacia constituiu-se em pequena escaramuça lingüística. Não atinávamos como designá-la em italiano e a mímica não nos ajudava. Com uma explicação mais longa o vendedor nos perguntou: será uma "catinella"? Sem grande certeza, afirmamos que sim. Foi ao fundo da loja e de lá trouxe o precioso utensílio. Com o frio, a noite se vai tornando impertinente; por isso foi colocado na barraca um aquecedor de óleo. Acendendo-o, conseguimos temperatura agradável, mesmo antes de nos recolhermos sob os cobertores.

"Notas de um Expedicionário Médico"
Alípio Corrêa Netto


FEB na Itália
Arquivo Diana Oliveira Maciel

Defensiva no Vale do Reno
(5-12-1944 a 18-02-1945)

A 29 de outubro de 1944, foi realizada, sob a presidência do General Mark Clark, a célebre conferência do Passo de Futa, para a qual foram convocadas as mais altas patentes do V Exército, em cujo número figurava o General Mascarenhas de Moraes. Depois de dissertar sobre a situação geral dos Exércitos aliados na Itália, mostrando as dificuldades conseqüentes da fraqueza atual dos efetivos, acenou o comandante do V Exército o propósito de retomar a ofensiva ainda em dezembro, após proporcionar um justo repouso à sua tropa, castigada por árduos combates. Ficou ajustado na referida conferência que a Divisão Brasileira empenharia imediatamente o Destacamento FEB no vale do Reno, onde se travava uma luta severa e difícil, e, por fim, empregaria, tão breve quanto possível, o restante de suas forças, quando estas estivessem plenamente adestradas. Em cumprimento à ordem do IV Corpo de Exército, o comandante da 1ª DIE, General Mascarenhas de Moraes, assumiu às zero horas do dia 1º de novembro de 1944, com a chegada das demais Unidades da Divisão, o controle da totalidade de seus meios, inclusive das operações que se processavam no vale do Serchio. Substituindo no período de 3 a 7 de novembro algumas unidades americanas empenhadas no vale do Reno, nossas tropas, ombro a ombro, com forças mecanizadas americanas, concorreram para o desafogo da situação que se criara naquela frente. Fora sobremaneira honrosa e árdua a herança que coubera à Divisão Brasileira em tão importante setor de guerra, sobre a estrada número 64 ao Norte de Porretta Terme. A frente brasileira, no setor do Reno, foi aos poucos se ampliando com as novas missões recebidas e à proporção que vinham entrando em linha as unidades restantes da Divisão, aspiradas prematuramente à zona de combate. Nos últimos dias de novembro, distendia-se a Divisão Brasileira em uma frente da ordem de 15 quilômetros, completamente devassada pelas alturas em que o inimigo se firmara. Motivos de alta relevância induziram, sem dúvida, o Alto Comando Americano a empregar a Divisão Brasileira em operações de ataque, cuja amplitude reclamava meios mais vigorosos, em número e adestramento. A defensiva no vale do Reno se caracterizou por quatro ataques, mal sucedidos, contra Monte Castello. Os primeiro e segundo ataques foram realizados a 24 e 25 de novembro, respectivamente, por tropa americana, comandada por general americano e reforçada por um Batalhão e outros elementos da Divisão Brasileira. Os terceiro e quarto ataques foram desfechados por tropa brasileira, nos dias 29 de novembro e 12 de dezembro, respectivamente, com os mais dolorosos insucessos, pelas baixas sofridas e pelo abalo moral produzido nos combatentes estreantes. Entre as causas que determinaram os nossos lamentáveis reveses em Monte Castello, destaca-se a do imperfeito adestramento da tropa, levada prematuramente à frente de combate, por imposição dos acontecimentos da guerra. Os referidos ataques, apesar de mal sucedidos foram pródigos em ensinamentos preciosos para a tropa brasileira. Para calar a resistência de Monte Castello, era preciso atacar o conjunto Belvedere-Gorgolesco-Castello-Torraccia, empregando um mínimo de duas Divisões, bem apoiadas em artilharia e aviação. Defender uma frente de quinze quilômetros, francamente dominada pelo inimigo, e simultaneamente atacar um objetivo da extensão e do valor de Monte Castello, mal dispondo das comunicações na sua zona de combate e sob uma terrível ameaça no flanco (Monte Belvedere) eram duas tarefas que sobremaneira exorbitavam da capacidade de uma Divisão. Esta opinião, firmemente defendida pelo chefe brasileiro perante o comando do IV Corpo, foi afinal vitoriosa. Assim, a 13 de dezembro, os Generais Mark Clark e W. Crittenberger, respectivamente comandantes do V Exército e IV Corpo, aceitaram a exposição de motivos apresentada pelo General Mascarenhas de Moraes, ficando a Divisão Brasileira dispensada temporariamente de seus compromissos ofensivos. Na segunda quinzena de dezembro de 1944, começou a descer sensivelmente a temperatura, que atingiu, algumas vezes, 18 graus centígrados abaixo zero. Era o inverno implacável que se aproximava, trazendo a  estabilização para a frente de batalha do Teatro de Operações da Itália. A defensiva de inverno seria a oportunidade de que se valeria o chefe expedicionário para aprimorar o valor de sua Divisão, reajustando-a em todos os pontos que se fizessem necessários. Tropical, tendo vivido em um país de grandes planícies e temperatura amena, o soldado brasileiro, apesar disso, cedo se adaptou ao rude inverno dos píncaros apeninianos. Durante a estabilização defensiva de sua Divisão, ou seja, num período de setenta dias, suportou ao relento as nevadas inclementes e as emoções fortes das madrugadas cortantes. Sua capacidade combativa revelou-se no aprendizado rápido das artimanhas da guarda, aliás operado em estreito contacto com o inimigo; e, em breve, aprimorada a técnica, apresentou alto grau de agressividade, impondo-se à admiração de seus camaradas aliados, particularmente os norte-americanos. Para remover certo desalento e pessimismo da tropa, organizou-se um plano especial destinado a manter em nível elevado o seu moral. O Serviço Especial, dentro de suas atribuições, traçou e executou um plano de repouso e diversões, em Roma e Florença, contemplando todas as Unidades. O Serviço Religioso, por sua vez, buscou fortalecer as convicções, a noção de responsabilidade e o espírito de sacrifício, sem o qual nada se poderia obter. Todas essas providências, em concordância com o adestramento que o expedicionário vinha obtendo na zona de combate, ou em Staffoli, refletiram a preocupação do chefe brasileiro de transformar sua Divisão numa Grande Unidade à altura de suas responsabilidades nas operações futuras. À medida que se dava a atenuação do inverno, iniciavam-se os preparativos para a ofensiva, que tão brilhantes vitórias prodigalizaria à tropa brasileira.

Marechal Mascarenhas de Moraes
"A FEB pelo seu Comandante"


Soldados brasileiros nos Apeninos, em pleno inverno, atirando com "bazooca" sobre as linhas alemãs.
Foto de Horácio Coelho, escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos" - José de Oliveira Ramos.

Em meados de dezembro, começaram a aparecer os pacotes de presentes enviados pela LBA. De início, ignorando-se o que neles se continham, eram recebidos, alegremente. Algum tempo depois, nem abertos eram: jogava-se fora do jeito que se recebia. Era comum encontrarem-se nesses pacotes de porcarias: pulôveres usados, catingando suor; carteiras de cigarros ordinários, abertas, e consumida parte deles; pedaços de chocolate mordidos e outras imundices mais. Esses infames e sórdidos presentes haviam sido obtidos através de campanhas deploráveis, pelas cidades brasileiras, nas quais moças, senhoras e até crianças, pediam ajuda para o soldado que combatia na Itália. E os indivíduos abordados, muitas vezes assediados, entregavam o que tinham em mãos, mesmo que fossem os restos do que estavam comendo. Sobras ou restos que fossem, eram embrulhados, empacotados e mandados para os campos de batalha, como presentes da LBA. Só esses imundos e torpes pacotes lá chegavam. As coisas boas, preciosas e úteis, que, efetivamente, foram arrecadadas nas campanhas, não. Nunca chegaram à Itália. Para citar um fato apenas, neste mundo colossal de Brasil: na pequenina Sertanópolis, montes de novelos de lã - parte fornecida pela Prefeitura Municipal, foram transformados em pulôveres e agasalhos, tricotados com carinho e desvelo, pelas mãos de mães dos dez expedicionários que de lá partiram. Pode-se imaginar que, nos momentos em que tricotavam, o pensamento dessas mulheres estava voltado para o filho ou irmão querido que combatia em terras geladas da Europa. Toda cidade cooperou, ajudou, participou. Foram tantos os agasalhos feitos e, nenhum deles, chegou ao destinatário. Teriam sido roubados ou foram desviados, por ação da quinta-coluna, infiltrada em escalões elevados do Exército e citada pelo Marechal Mascarenhas, em seu livro? Era revoltante ver-se o soldado vir com o pacote aberto, mostrando: "Olhe, sargento, o que estou recebendo!..." Houve negligência e houve crime. Um crime sujo. A intenção da LBA pode ter sido boa, mas os resultados foram vergonhosos. 

"Verdades e Vergonhas da Força Expedicionária Brasileira"
Leonércio Soares


Pilotos brasileiros enfrentando a neve
Foto de Horácio Coelho, escaneada do livro "A Epopéia dos Apeninos" 
José de Oliveira Ramos.

 

DE REPENTE O MUNDO FICOU TODO BRANCO

Enquanto isso, o inverno, que de fato se mostrou um dos mais rigorosos registrados nos últimos 50 anos da região dos Apeninos do Norte (e, de resto, em toda a Itália, tendo inclusive nevado em Roma, o que não acontecia havia anos), começou a estender o seu lençol branco por toda frente italiana. Na cordilheira, os termômetros baixaram subitamente a 10, 15 e até 19 graus abaixo de zero. E a neve, que começara a cair sem trégua uma semana antes do dia 22 de dezembro, já cobria todo o setor onde operavam os soldados brasileiros. Viram-se, assim, os nossos combatentes diante de um outro inimigo igualmente implacável e para todos eles até então desconhecido. Como seria possível aos expedicionários brasileiros, gente dos trópicos, que da guerra sabiam apenas o que nela própria haviam aprendido, enfrentar o mar branco e gelado que os cercava por todos os lados e os fazia tiritar em suas trincheiras? Foi, portanto, com alívio, e até mesmo com alegria, que a vanguarda da 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária, naquele instante estendida por 15 quilômetros entre o Monte Gorgolesco e a Torre de Nerone, recebeu a notícia de que o Comando do 5º Exército havia voltado atrás na sua decisão de 'chegar a Bolonha antes do Natal' e que, por conseguinte, ficava suspensa a ofensiva geral planejada para os próximos dias. De repente o mundo - aquele mundo - ficara todo branco e gelado. A frente italiana entrava em recesso - mergulhada numa longa trégua onde o frio era quem melhor comandava e dispunha. Até fevereiro, na frente apascentada pela neve, os transidos soldados que a defendiam limitariam sua guerra, dos dois lados, a operações de patrulha, à modorrenta e tiritante vigilância nas trincheiras avançadas, os ouvidos embalados pelo esporádico e fragmentado duelo entre a Artilharia alemã e a aliada. Durante mais de dois meses - mais precisamente, durante dois meses e 10 dias - o compasso de espera impôs, na frente italiana, o ritmo da guerra, num intermezzo que só seria interrompido no dia 19 de fevereiro, data estabelecida pelo 5º Exército (agora sob o comando do Tenente-General L. K. Truscott Jr .) para o começo da nova - e derradeira - ofensiva que levaria as tropas aliadas, entre elas os soldados da FEB, para além do Vale do Panaro, para além do Vale do Pó, até as fronteiras com a França.

"A Luta dos Pracinhas"
Joel da Silveira e Thassilo Mitke

Um Herói nunca morre!

Simples História de um Homem Simples
As Origens
Força Expedicionária Brasileira
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