FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA


NOS ACAMPAMENTOS E NOS HOSPITAIS


Enfermeiras Zilda, Jandira e Maria Luisa entre pacientes do 300th General Hospital, em Nápoles.
Foto escaneada do Livro "A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"

7th STATION HOSPITAL

Permitam-me que faça uma referência especial ao 7th Station Hospital, americano, onde servi por quase um ano e onde sofri os momentos mais cruciantes da guerra. O 7th Station Hospital foi instalado, em 9 de outubro de 1944, em edificações de uma colônia de férias do regime fascista, situado à beira-mar, entre Livorno e Marina de Pisa. Ocupava vários pavilhões ligados por galerias, onde foram instaladas as enfermarias e os demais órgãos de sua administração. Em pavilhões mais afastados, foram localizados a enfermaria para doentes nervosos e o isolamento para portadores de moléstias infecciosas. Além dessas dependências, possuía dois salões sociais, denominados clubes, sendo um para reuniões de oficiais e outro para praças, capela para cultos religiosos, cantina para venda de lanches, PEX ("piex" - Post Exchange - posto de venda de artigos diversos, como perfumes, chocolates, refrigerantes etc.) e correio. Junto ao Hospital, sob um bosque de eucaliptos, existiam os acampamentos de oficiais, de praças e o de enfermeiras, todos montados com barracas de lona e com as suas áreas cercadas e demarcadas com placas com o letreiro "off limits". O Hospital dispunha de um especializado corpo de técnicos dos diversos ramos de saúde e das áreas da medicina, que se revezavam em escala de serviço permanente. Desta forma, estava pronto para atender a qualquer hora, em trabalho incessante, os acontecimentos de guerra, normais e imprevistos. Exames radiográficos, pesquisas de laboratório, receituário, tudo tinha imediato atendimento. Diariamente, chegavam em grandes levas feridos e doentes. Eram homens mutilados, sem braços, pernas, cegos, ou com fraturas ou ferimentos graves; outros com perturbações mentais, resultantes de choques emocionais mais fortes, sofridos durante participação em combate. Era grande o número de pacientes vindos dos vários hospitais da frente de batalha. A saída desses pacientes do Hospital era para destinos diversos: hospitais de convalescentes, hospitais gerais, hospitais norte-americanos, nos Estados Unidos, regresso ao Brasil ou retorno ao front. O número de pacientes, no 7th Station Hospital, atingiu a cifra de 1000 (um mil) por dia, sendo a média diária comum situada entre 600 e 700. Registrava uma grande movimentação diária de entrada e saída. Dos baixados, mensalmente, recuperava, em média, 70%, o que representava o melhor testemunho de seu ótimo funcionamento. Era de notar o profundo interesse que o americano tinha pela pessoa humana e o grande respeito pela dor alheia. Também compreendia que o bem-estar do espírito era tão importante quanto o bem-estar físico. Os doentes assistiam a filmes e shows, mais de uma vez por semana, nas próprias enfermarias ou numa área para esse fim reservada. Os integrantes do Hospital freqüentavam os seus clubes (salões sociais), onde dispunham de jogos, biblioteca com revistas, rádios, lareira e até piano. Mesmo estando em guerra, os americanos comemoraram com alegria o Natal e o Ano Novo, ocasiões em que até promoviam bailes. A Seção Brasileira de Hospitalização; anexa ao 7th Station Hospital, sob a chefia do Major Médico Dr. Sady Cahen Fischer, tinha como auxiliares o Major Médico Dr. Generoso de Oliveira Ponce, subdiretor, e mais 20 (vinte) médicos: cirurgiões, psiquiatras, urologistas e de outras especialidades, e ainda farmacêuticos e dentistas, todos zelando eficientemente pelos feridos e doentes da FEB, juntamente com os seus colegas americanos. Integravam, também, a Seção Brasileira de Hospitalização mais duas equipes: uma de sargentos enfermeiros e de outras especialidades, e outra de enfermeiras, então, arvoradas no posto de 2º Tenente. O trabalho desse grupo de sargentos, com o excelente destaque de sua atuação, e o das enfermeiras, com o desempenho magnífico de suas atribuições, proporcionaram aos nossos pacientes brasileiros, americanos e de outras nacionalidades, a assistência, a dedicação, a compreensão e o carinho de que tanto necessitavam. Desse trabalho em conjunto resultou a eficiência desejada, para o bom tratamento hospitalar. A equipe de enfermeiras, constituída de vinte e quatro brasileiras, esteve, inicialmente, sob a chefia da 2º Tenente Enfermeira Elza Cansanção Medeiros. Com a transferência desta companheira, no início do ano de 1945, para outro hospital, fui designada chefe da equipe. Recebi esse cargo cônscia de minhas responsabilidades e com forte ânimo, satisfação e confiança no melhor desempenho, pois o cordial e respeitoso relacionamento com as colegas e o clima de acatamento, harmonia e sã camaradagem que desfrutava na equipe permitiam-me prever o êxito de nosso trabalho e de nossa melhor convivência. Efetivamente, nessa chefia, que exerci até a extinção do 7th S. Hospital, tive a felicidade de contar, em todas as ocasiões, com a dedicada colaboração de minhas companheiras de equipe, assim como a compreensão e a noção do dever profissional e militar, para o sucesso de nossa tarefa comum, sempre reconhecido pelos escalões superiores do Hospital. Tive, ainda, o privilégio de consolidar, no ardor do sofrimento, do esforço e da luta, a minha amizade com todas as colegas, o que até hoje perdura, fraternal e carinhosamente, para minha alegria. Após o término da guerra, foram evacuados todos os doentes internados no Hospital. Em razão disto, os seus integrantes, em grande maioria, foram mandados seguir seus novos destinos. Permaneceram, então, no Hospital, um pequeno grupo de americanos e outro de brasileiros, tendo à frente o seu Diretor, Cel. Smith, e o Major Fischer, Chefe da Seção Brasileira. Do pequeno grupo de brasileiros, ficaram Maria Aparecida França e eu, da equipe de enfermeiras, para as últimas providências de natureza administrativa. Encerrada a missão naquele Hospital, assistimos ao seu desmontar: camas amontoadas, colchões empilhados, aparelhos cirúrgicos agrupados. Tudo espalhado pela área do Hospital. As enfermarias, vazias e silenciosas. Ambiente de que tudo havia acabado... O nosso acampamento, deserto. As nossas barracas, desmontadas. Era mesmo o fim! A recordação de tudo, a saudade do que vivi naquele Hospital muito me magoaram! Guardo vivo em minha memória o grande cenário, no qual tanto lutávamos para salvar vidas e curar doentes! O Hospital foi agraciado com a condecoração americana "Meritorius Service Unit Plaque". Assistimos à entrega dessa condecoração. A placa correspondente à aludida condecoração deveria ser usada nos uniformes dos oficiais e praças que, na ocasião da outorga, serviam na organização, de conformidade com as Instruções do Departamento de Guerra dos Estados Unidos. Desta forma, os militares brasileiros que serviram no 7th Station Hospital, na época em que o mesmo foi agraciado, foram autorizados a usá-la, em seus uniformes, por despacho do Exmo. Sr. Ministro do Exército, de 02-08-46, publicado no BE nº 51, de 21 de dezembro de 1946, pág. 4109. A Seção Brasileira de Hospitalização, do 7th Station Hospital, conquistou a simpatia dos norte-americanos, com quem seus integrantes trabalharam em conjunto, recebendo deles, sempre, as mais sensíveis provas de apreço, destacando-se, entre todas, as figuras simpáticas do Coronel Smith, diretor do Hospital, e da Enfermeira-Chefe-Geral, americana, Major Falcone. O Hospital foi um modelo de organização de saúde em campanha. Dentre outras visitas de inspeção recebidas pelo Hospital, registro a efetuada, em março de 1945, pela Chefe-Geral do Corpo de Enfermeiras do Exército americano, Coronel Blanchgield. O Serviço Religioso de nossa Seção Hospitalar estava a cargo do Capelão brasileiro, 1º Tenente Padre Gregório Pelegrino Comasseto, que celebrava missa, diariamente, na Capela existente no Hospital, assistida por oficiais e praças, que faziam as suas orações. O Padre Gregório celebrava, também, outros atos religiosos. Em certo dia, ocorreu um triste acontecimento no interior do Hospital. Um italiano, em serviço de limpeza da área interna, ao cavar o chão com uma picareta, fez explodir uma mina anticarro. A explosão foi medonha! Grande foi o estrondo que se fez ouvir e quase houve pânico no Hospital. Todos correram para verificar o que tinha acontecido. Nas enfermarias, alguns doentes foram atirados fora dos leitos, muitas vidraças quebradas e outros objetos destroçados. O italiano ficou reduzido a pedaços e havia sangue em várias partes. A mina anticarro estava enterrada em lugar onde diariamente passávamos para o refeitório. Só Deus nos livrou de maior tragédia!

"A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino


Enfermeiras de Transportes Aéreos do Exército. Da esquerda para a direita: Sara, Joana, Semiramis e Dirce.
Foto escaneada do Livro "A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"

SEBASTIÃO

Sebastião era um preto forte. Pertencia ao 11º Regimento de Infantaria. Fora ferido na cabeça durante a tomada de Montese. Evacuado para o 7th Station Hospital, ficou na E-16, a minha enfermaria. Queixava-se muito de uma "zunzeira". Uma vez ele me disse: "Enfermeira, não sei como me descobriram, vivia na roça lá em Minas Gerais, longe do mundo e me trouxeram para a guerra. Estou ferido e não sei se vou ficar bom". Respondi: "Você vai ficar bom e voltar para o Brasil orgulhoso de ser um ex- combatente". Era rotina no hospital os convalescentes prestarem serviços leves. Forravam suas camas e espontaneamente, durante o dia, ajudavam as enfermeiras, carregando bandejas que continham material para a aplicação de penicilina. O Sebastião carregava sempre a minha, mas quando tinha de forrar a sua cama não queria. Eu insistia e ele respondia. "A bandeja eu levo para a senhora, mas forrar cama, não forro não senhora, é serviço para mulher!" O que mais me faz lembrar o Sebastião é a "zunzeira". Todos os dias, na hora da visita médica, os doentes eram reexaminados pelos médicos. Sebastião queixava-se sempre da "zunzeira". Um dos médicos americanos, Dr. Marvin Salzmaun, desejava falar o português e me perguntou o que era "zunzeira". Não sei se ele entendeu a minha explicação, pois o meu inglês não ajudava. Finda a visita médica o Sebastião me perguntou: "Enfermeira este 'gringo' quer me levar com ele? Não vou, não senhora, eu quero voltar para o Brasil com a senhora". Foi evacuado para o Brasil e nunca mais soube do Sebastião.

JOHN

John era um preto americano, grandão e muito feio. A "E-16" era uma enfermaria onde havia baixados de várias nacionalidades, sendo maior o número de americanos e brasileiros. Os médicos e as enfermeiras eram americanos, sendo eu e o Tenente Médico Dr. Aníbal Luz os únicos componentes da equipe brasileira. John tinha sido ferido no pé e exagerava o acontecido. os brasileiros mexiam muito com ele. Gostava muito de mim e os doentes brasileiros caçoavam dele dizendo: "Negro, deixe de enxerimento com a nossa enfermeira". Ele não entendia e pedia que lhe ensinassem o português. Certa vez, chegando junto ao seu leito, ele pronunciou umas três palavras em português. Eram nomes feios. Ri, disfarçando o meu constrangimento. A certa distância avistei alguns baixados que juntos olhavam rindo para o nosso lado. Logo compreendi a brincadeira e malícia dos meus soldados. John pediu o meu retrato. Disse-lhe que não tinha. Ele insistiu. Resolvi atende-lo e lhe dei um retrato fardada com o verde-oliva do meu Brasil. Ele ficou radiante. No dia seguinte, ao passar pelo seu leito, tirou de baixo do travesseiro uma carta e me deu para ler. E num dos trechos ele dizia assim: "Minha mãe, esta é minha enfermeira. É brasileira, branca e bondosa. Guarde este retrato, é uma lembrança da guerra". John foi evacuado para os Estados Unidos. Por onde andará o meu retrato?

O SOL DE MATO GROSSO

Certo dia, o General Mascarenhas foi visitar o Hospital. Percorreu todas as enfermarias visitando os brasileiros. Parando junto ao leito de um dos nossos feridos que havia perdido os olhos, perguntou: "Como está passando?" -"Muito bem, meu General, só muito triste, não vou ver mais o sol de meu Mato Grosso". E o General, cabisbaixo, silenciou.

VOCÊ É UM BRAVO

Uma vez, passando junto à cama de um mutilado que havia amputado uma das pernas, ele me chamou. Estava apreensivo por ter de contar à noiva que havia cortado uma perna. E não conteve as lágrimas. Olhando para mim, murmurou: "Não é por causa da perna que eu estou chorando não... é porque a minha noiva não vai querer casar comigo". Confortei-o, dizendo: "Sua noiva não vai lhe abandonar, ela vai ter orgulho de você, você é um bravo."

"A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino



Enfermeiras do Hospital de Sta. Lucce em Vada. Da esquerda para a direita: Virgínia,
Altanira, Lúcia, Berta, Carmita e Carmen Bebiano.
Foto escaneada do livro "A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"

NÃO QUERIA PARTIR PARA A GUERRA COMO PAGÃO

Soldado João Vieira de Freitas, nascido no Distrito Federal, em 1919. Filho de família católica. Convocado para a Força Expedicionária, servindo no Destacamento de Saúde da FEB. Não queria partir para o front da Europa, como pagão. Desejava receber o batismo, incorporando-se assim, também, às fileiras de Deus. Este seu desejo foi acolhido com carinho pelas enfermeiras, já incorporadas à FEB, que se encarregaram de organizar a cerimônia do batismo. Foram seus padrinhos, a seu convite, o Cap. Dentista João Antônio Ferreira da Cunha e a Enfermeira Olímpia de Araújo Camerino. Celebrou o ato religioso o Capelão O. Francisco da Silva Leite, da Ordem de São Bento, todos pertencentes à FEB. O batismo realizou-se na Igreja da Cruz dos Militares, numa cerimônia da mais alta expressão. O ato foi assistido pelo Gen. Cordeiro de Farias, Ten. Cel. Ademar de Queiroz, Ten. Cel. Armando de Moraes Âncora, Oficiais, Enfermeiras e Soldados, todos pertencentes à Força Expedicionária Brasileira. Ao término do ofício religioso, já cristão, o soldado João de Freitas foi abraçado pelos seus superiores, padrinhos e demais companheiros da FEB.

"A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino


O batizado do Soldado João Vieira
Foto escaneada do livro "A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino

A BANDEIRA FERIDA

Uma tarde, ao entrar na S.11 Enfermaria do 7th Station Hospital, para minha visita diária aos feridos ali hospitalizados, senti que alguma surpresa me aguardava.
Recolhidos aos seus leitos, me esperavam. Em dado momento, aproxima-se de mim o Sargento Eloy Fernandes, trazendo nas mãos esta Bandeira, a qual me foi entregue, dizendo: "É para a senhora, com a nossa gratidão". Olhando a Bandeira, remendada de esparadrapo, parecia um pedaço deles. Ferida e judiada. Pendurada em um canto da enfermaria, um altar da Pátria, era venerada pelos seus heróis, que iam ser evacuados para o Brasil. Recebi-a com respeito e reverência, orgulhosa de merecer a confiança de guardá-la como relíquia. Junto à bandeira havia uma carta que vai também, a seguir, reproduzida. Numa moldura guardo-as como o mais rico troféu que me poderia ser ofertado.

"A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino


A Bandeira ferida e a carta que a acompanhou
Fotos escaneadas do livro "A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino

O QUE MORREU...

Estou de serviço. Chega uma ambulância trazendo soldados feridos. Eram brasileiros. Atendemos e consternados verificamos que havia um morto. Que lástima! Devia regressar ao Brasil dois dias depois. Socorridos os feridos, foram distribuídos pelas enfermarias. E o morto? Ficaria no necrotério até o dia seguinte, quando o levariam para o cemitério de Pistóia. Noite. Era o meu plantão. No hospital reinava profundo silêncio. Na penumbra da enfermaria todos dormiam. Ouço um gemido. Chamam: - "Enfermeira". Era um doente que deitava sangue pelo nariz. Socorri-o. O sangue parou e ele se aquietou. O cansaço e depressão moral se apoderaram de mim. São três horas da madrugada. Chovia e fazia muito frio. Novo inverno se aproximava. A guerra há muito terminara e ainda restava em terras da Itália um punhado de brasileiros, que esperavam ansiosos o dia de rever a Pátria querida. O Serviço de Saúde continuava o seu mister - "enquanto existir um soldado ferido, ou doente, a nossa missão não estará finda". Desejo escrever. Desabafar. Falar dos nossos soldados, das suas dores, dos seus sofrimentos. O sino da igrejinha de Sparanise bate quatro horas. Um trem passa apitando. Uma saudade imensa me domina. Não posso escrever. Devo passar a última ronda pelas outras enfermarias. Estou sozinha. O flash-night é o meu guia a iluminar a escuridão daquele setor sob a minha guarda. Tudo é quietude. Os doentes dormem o sono que anima e recupera. - E o que morreu? E o que ficou no necrotério? Devia ir vê-lo. Lembrei-me de alguém, que no Brasil esperava ansiosa por aquele que não mais voltaria. Mãe, esposa, filha, irmã ou noiva, jamais o veria. Pensei naquelas que, decerto, me pediriam, se soubessem, que velasse, que acompanhasse aquele que seguia para a última morada. Acordei o pracinha auxiliar da enfermaria. Vamos levar ao nosso morto o último adeus? Seguimos para o necrotério. Ali, ajoelhados, balbuciamos uma prece. Chorei.

"A Mulher Brasileira na Segunda Guerra Mundial"
Cap. Enf. Olímpia de Araújo Camerino

Um Herói nunca morre!

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