FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA

 

"A ENGENHARIA DA FEB NÃO DESCANSA"

 

 


Sapadores Mineiros - "Esquadrão Suicida" da FEB
Foto escaneada do livro "Cinquenta Anos Depois da Volta"
Octávio Costa

TREINAMENTO

A seleção física foi muito rigorosa e realizada na sede da Região. Foi grande a redução no efetivo, pois muitos homens foram considerados incapacitados. Em conseqüência começou o recompletamento do pessoal. A instrução tinha que ser inteiramente modificada, porém, ainda não havíamos recebido nenhum material moderno, praticamente desconhecido para nós, a começar pelo armamento e pela instrução técnica de engenharia, principalmente. Teríamos que partir da estaca zero. Não dispúnhamos de nada, nem sequer dos regulamentos técnicos modernos. Então começamos a intensificar a preparação física da tropa e a execução de marchas, de acordo com as instruções do Batalhão. Corríamos, em acelerado, do quartel até a ponte metálica sobre o rio Aquidauana, descendo por cordas até a água, nadando rio abaixo, protegidos por cabos flutuantes, com turmas de socorro vigiando das margens, para evitar afogamentos. Os que não sabiam nadar, desciam pelas cordas mais próximas à margem, onde a água dava pé, e iniciavam um regime intensivo de aprendizagem, com prazo marcado para descer do lado mais fundo. A volta do exercício era bem descontraída, tornando a instrução alegre e produtiva. As marchas, diurnas e noturnas, foram de até 32 quilômetros, com equipamento completo, vencendo o areal das vizinhanças. Em pouco tempo a tropa apresentava bons índices de preparo físico, que era o mínimo que se poderia desejar, naquela emergência. Os efetivos, porém, continuavam muito desfalcados, inclusive de oficiais, pois o recompletamento não se fazia como era de desejar. Em grande parte, a instrução técnica continuava à moda antiga. Continuávamos a fazer muita Organização do Terreno, construção de estradas de acesso, fazendo com que os calos estourassem nas mãos, tudo sob um terrível sol abrasador. Chegavam-nos informações sobre minas e armadilhas empregadas em massa pelo Afrika Korps e os procedimentos usados pelos ingleses, que as tinham retirado sob o fogo inimigo. Boletins de Informações começaram a fornecer elementos novos sobre colocação e retirada de minas e armadilhas. Requisitamos todas as latas vazias de goiabada do rancho, assim como tudo que pudesse parecer uma mina; as latas maiores eram consideradas anticarro e as menores, antipessoal e armadilhas. Rolos de lã, usados para fazer blusas e similares, cujos fios facilmente se rompiam, serviam de ingredientes para substituir os detonadores das minas, assim como arames, fios e uma série de quinquilharias adotadas pela imaginação de cada um. Todo fio de lã que se rompesse, ao ser retirada a suposta mina, produzia uma baixa e o autor era considerado fora de combate. Para impedir o levantamento puro e simples da "mina", eram criadas várias situações afim de dificultar a operação: latas superpostas, ligadas a fios camuflados; estacas escondidas, presas a fios etc. Tudo era feito para que se desenvolvesse o tato e a habilidade manual, condição indispensável a um bom mineiro. Logo se destacaram os mais hábeis, que raramente caíam em alguma armadilha, mas, também, aqueles que raramente escapavam das baixas em combate... Como se empregava material inerte, não havia nenhuma periculosidade e os homens se aplicavam mais por simples espírito de competição. Muitos mineiros de escol começaram sua aprendizagem plantando latas vazias de goiabada. O Batalhão não estava motorizado; usava-se uma viatura hipomóvel - uma carrocinha - para transportar aquela montanha de latas que seriam instaladas nos campos próximos ao quartel, causando espanto nos civis que passavam, por certo pensando que aquela gente não estava funcionando bem da cabeça. Cada Pelotão instalava seu campo minado, que seria retirado por outro Pelotão; os instrutores verificavam os elementos postos fora de ação pelos fios rompidos. No final da instrução, estes regressavam em um grupo separado dos "vivos", sendo fácil verificar o Pelotão que tivera melhor desempenho. Na verdade, estávamos brincando de guerra moderna, na falta de material verdadeiro para qualquer tipo de treinamento real. Tínhamos notícias de que tropas de outras Armas estavam se concentrando na Vila Militar do Rio de Janeiro. Esperávamos, portanto, embarcar para lá, no mais curto prazo. Os boatos eram os mais desencontrados, até que finalmente chegou a ordem de embarque. A 2ª Cia embarcou às 13 horas do dia 22 de fevereiro de 1944, fazendo uma parada em São Paulo, na estação de Barra Funda. O desconforto era grande; somente um vagão possuía metade dos assentos de primeira classe - bancos de palhinha - destinados a oficiais e sargentos mais graduados. Os demais vagões eram de 2ª classe, com bancos de madeira. A cozinha de campanha fazia parte do comboio, de maneira que fazíamos paradas estratégicas para tomar banho nos rios e fazer as refeições. Chegados à capital de São Paulo, estacionamos na estação de Barra Funda. Em seguida, chegava o comboio da 1ª Cia, que parou do outro lado da plataforma. A Legião Brasileira de Assistência e a Cruz Vermelha Brasileira lá compareceram, distribuindo cigarros, sanduíches e refrigerantes, amenizando as agruras da viagem. Os oficiais foram homenageados com um jantar em um elegante clube social. Os seus uniformes de campanha contrastavam com o luxo do ambiente.

"Quebra Canela"
Gen. Raul da Cruz Lima Jr.


Sapadores Mineiros - "Esquadrão Suicida" da FEB
Foto escaneada do livro "Eu estava lá" - Elza Cansanção Medeiros

"O papai disse que nessas fotos, a guerra já havia acabado, pois as polainas de feltro usadas no tempo de guerra eram outras. O inverno na foto também já estava terminado, pois o sargento em pé usa as mangas arregaçadas. Outro detalhe é o capacete do sargento em pé. Em guerra nunca ficavam com a fivela solta como está. Outro detalhe que o papai notou, foi que os soldados estão sem a luva de couro grossa, que era usada para esse tipo de trabalho, para 'proteger' as mãos caso houvesse detonação da mina. Portanto, a foto foi na Itália, só que os soldados estavam simulando o desarme da mina."

Miguel Ângelo Leite Mota


Bandeira alemã capturada pelo 9ª BE Comb.
Arquivo Geraldo Sílvia Mota, segundo à partir da esquerda.

TESTEMUNHANDO O FINAL DA GUERRA

Não podia ter sido mais brilhante o final da manobra encetada pela Divisão brasileira, justa recompensa à dedicação e coragem dos seus homens, desde o General Comandante até ao mais simples soldado, que elevaram bem alto o prestígio de nossas Armas, em feito militar reconhecido e realçado por todos os Comandos Aliados. A 27 de abril o Ten. Viveiros apresentava-se à sua Cia, ainda convalescente da perna, por ferimento de mina. Sua volta encerrava uma odisséia através dos hospitais americanos. Iniciada a 25 de março no hospital de Pistóia e, pelo seu estado, fora seguindo a cadeia de evacuação, até o 45º Hospital em Nápoles, de onde deveria seguir para os Estados Unidos da América. Animado por uma vontade inabalável de regressar ao front, dedica-se de corpo e alma ao tratamento de recuperação e de radioterapia, obtendo melhoras espantosas. Graças à sua tenacidade obteve alta no dia 25 de abril e, vencendo todos os obstáculos, apresentou-se pronto para o serviço, embora ainda convalescendo. Belo exemplo do Ten. Viveiros: em vez de viajar para a segurança e tranqüilidade, prefere reunir-se ao seu Pelotão e enfrentar os azares da guerra. Encontrava-se a 2ª Cia de Engenharia empenhada na abertura e manutenção das estradas recém-conquistadas, quando, às 22h 30min do dia 29, em seu acantonamento de Quattro Castella, recebeu ordem direta do Comandante do Batalhão, Cel. Machado Lopes, para se deslocar com o efetivo completo, armado e municiado, para a área de Ponte Scodogna, onde se processava a rendição alemã. Não sabendo ao certo qual seria a nossa missão no local, preparamo-nos para o pior, que seria o emprego, no combate, como Infantaria. Reunimos toda a Cia. e partimos em colunas de Pelotões, faróis acesos para permitir boa velocidade do comboio. Tínhamos a percorrer uma longa distância pela estrada nº 9 até Parma e daí pela estrada 62 até nosso destino. O deslocamento foi normal; ao passarmos pela cidade de Parma, ouvimos intenso tiroteio em seu interior, partizans e fascistas que acertavam suas diferenças em conseqüência da perda de poder pelos últimos. Ultrapassada Collechio, diminuímos a velocidade, na expectativa de qualquer ocorrência, pois não sabíamos nada sobre a rendição. Mais à frente ouvimos ruídos. Paramos a coluna e os homens saltaram, reunindo os Pelotões. Aproximamo-nos mais e ouvimos uma música muito popular entre os alemães: "Lili Marlene", cantada em surdina por um coro de muitas vozes. Verificamos, então, no escuro, que estávamos próximos de um enorme campo de prisioneiros, cercado por uma cerca alta, onde havia muita ordem e até certa tranqüilidade. Desapareceu nossa tensão e a da tropa. Fomos conduzidos a uma casa, nas proximidades, onde nos apresentamos ao Cel. Floriano de Lima Brayner,Chefe do Estado Maior da Divisão brasileira, que nos encaminhou ao Chefe da 1ª Seção, Ten. Cel. João da Costa Braga Junior, a quem prestaríamos nossos serviços. Recebi daquele oficial a missão de substituir, imediatamente, a guarnição da Policia Militar que operava o Posto de Coleta, de Ponte Scodogna, passando a receber os prisioneiros que fossem chegando daí por diante. Voltamos ao campo por onde passamos; continuavam a cantar "Lili Marlene", tristemente, ao som de plangente acordeão. Passamos o restante da noite ao som de suas músicas, tristes e evocativas, que significavam para eles o fim de tantos sacrifícios e canseiras, longe da pátria, derrotados e confinados num campo de prisioneiros, que, de certa forma, era a melhor solução para eles, pois estavam vivos e almejando uma nova vida no pós-guerra. Ao amanhecer e durante toda a primeira parte do dia 30, normalizou-se o serviço; recebemos sucessivas colunas de prisioneiros que após se desfazerem de seu armamento individual, à beira da estrada, eram postos em forma e conduzidos para o campo de prisioneiros que já contava um número impressionante deles. Só naquela manhã, aproximadamente 1 000 foram recepcionados. Mais tarde, foram chegando comboios compactos de viaturas americanas do V Exército, que iniciaram o transporte dos prisioneiros para os campos de PG da retaguarda americana, a quem cabia sua guarda, alojamento e alimentação. Ficamos, também, encarregados de receber viaturas de todos os tipos e de conduzi-las para os locais apropriados. Nesta tarefa o 2º Sgt Meroveu de Abreu Pereira apreendeu uma bandeira alemã de seda com as dimensões de 2,50 m por 1,50 m, com a característica cruz suástica, em perfeito estado de conservação. Certamente tratava-se de bandeira de Unidade, que escapara de ser incinerada, o que é feito nessas circunstâncias, pois não vimos, nem soubemos de nenhum outro exemplar. Mais tarde esta bandeira foi objeto de um incidente curioso, que relataremos oportunamente. Por volta do meio-dia, recebemos ordem de passar aguarda do campo para uma Unidade americana que se encarregaria de guarnecê-lo, enquanto prosseguia o transporte dos prisioneiros para a retaguarda. Momentaneamente, participamos de um episódio histórico de nossas Armas. Era de ver o orgulho estampado no rosto de nossos homens, postados à frente e à retaguarda dos prisioneiros alemães que, por sua vez, se comportavam disciplinadamente e, até, aliviados pelo fim de suas agruras e canseiras. Regressamos felizes ao nosso acantonamento, pois testemunháramos o fim da guerra.

"Quebra Canela"
Gen. Raul da Cruz Lima Jr.


Bandeira alemã capturada pelo 9ª BE Comb
Foto escaneada do livro "100 Vezes responde a FEB"
Marechal José Machado Lopes

A BANDEIRA ALEMÃ

O 1º Ten. Asdrúbal Esteves ficou encarregado de redigir um resumo histórico da 2ª Companhia, baseado nas publicações do Boletim do 9º BE, que foi de grande utilidade na elaboração do presente livro. Lembrou-se da bandeira alemã capturada durante a rendição de Fornovo. Chamado o sargento que a guardara para ser entregue ao acervo histórico do Batalhão, informou que a bandeira havia desaparecido de seus pertences. Uma revista geral na Companhia foi infrutífera e o assunto começou a ferver. Preleções e até ameaças foram feitas, sem resultado. Apelei, então, para o nosso capelão, Padre Nilo Kollet. O padre Kollet fora designado para o 9º BE ainda quando estávamos na Vila Militar (Rio de Janeiro), aguardando embarque. Numa noite, estava de serviço, quando foi trazido, à minha presença, um tenente capelão, devidamente fardado, mas completamente embaraçado com a continência e outros sinais de respeito. Percebendo sua situação embaraçosa, deixei-o bem à vontade e procurei dar-lhe algumas aulas de procedimento militar. Depois disso tornamo-nos amigos e, freqüentemente, estávamos juntos, até que, na Itália, ele ficou na sede do Batalhão e eu sempre afastado com minha Companhia. Sempre o capelão Kollet - nos visitava e celebrava missas, principalmente nas vésperas dos ataques, para elevar o moral da tropa, por quem era muito querido. Com o tempo, conquistou a amizade dos soldados e era recebido afetuosamente pelos "pracinhas", inclusive com doces especiais, feitos no rancho; tinha um tratamento privilegiado. Além de dar muita atenção aos casos ocorridos com as praças, ele cuidava de obter "bênçãos papais", muito bem impressas, toda a vez que ia a Roma e desincumbia-se maravilhosamente de seu oficio pastoral. Não havendo meio de se encontrar a bandeira alemã, resolvi apelar para o capelão. Alguns dias depois, numa manhã, antes do toque da alvorada, houve um enorme burburinho no acampamento. Aos gritos de "olha a bandeira, olha a bandeira", as praças saiam das barracas e cercavam um pacote semi-aberto que não tocavam e onde estava a bandeira desaparecida. Aproximei-me e apanhei o embrulho. Ao mesmo tempo, algum brincalhão jogou uma espoleta de granada, que passou zunindo com seu ruído característico. Instintivamente, uns se atiraram ao chão e outros correram. Completamente distraídos, estavam por perto alguns prisioneiros de guerra, com um grande PG inscrito nas costas e que faziam a faxina do acampamento. Com o barulho e a correria, também correram sem saber o porquê. Os soldados espalharam o boato que os prisioneiros haviam contra-atacado para retomar a bandeira; a noticia correu por todas as barracas da Engenharia. Quando tocou alvorada, os grupos de soldados ainda riam e comentavam o fato, cada um dizendo que o outro havia corrido mais. Foi desta maneira confusa e em meio a brincadeiras que a bandeira voltou aos arquivos de campanha. Por via das dúvidas, no mesmo dia, encaminhei-a, oficialmente, ao comando do Batalhão. Finalmente, chegou a ordem do embarque e regresso à Pátria.

"Quebra Canela"
Gen. Raul da Cruz Lima Jr.

 “Umas minas estavam aparecendo na flor do chão – o vento tinha varrido a terra seca de cima delas – e o que se via eram quatro ou cinco, com certeza do começo do campo. As tampas amarelas. Quando Lourenço deu com as minas os olhos dele brilharam. A esquadra parou também – mais sete além dele – e todos ficaram olhando sem falar nada, porque quando eles viram as minas, a conversa morreu. (...) Uma R. Ele vinha sonhando com aquela R desde que o pelotão teve notícia dela num boletim da engenharia dos americanos. Repassava de cabeça as especificações
Tipo: mina anticarro
Cor: amarela
Invólucro: aço
Peso: aproximadamente 20 libras
Explosivo; 12 libras de TNT
Efeito: inutiliza carros de combate
Pressão de detonação: 200 – 400 libras
Funcionamento: ignorado
Modo de desarmar: ignorado
Nota: tem conexões externas para cinco armadilhas (booby traps).”

“Eu ia indo com o Geraldo e quando estávamos chegando perto do balneário velho onde a gente queria tomar banho, entramos numa avenida aberta, num bosque de árvores altas, acho que plátanos, não sei. Aquilo era no outono e o sol já ia entrando atrás dos morros. (...) Amigos muito especiais: o Geraldo, sempre muito avoado, a farda jegue, um bibico que mais parecia um casquete de padeiro, sempre meio no mundo da lua, distraído, sonhando no meio daqueles explosivos. Escrevendo muito sempre e... fazendo versos. Bonitos. Muito bonitos. ‘Cem homens numa trincheira, cada qual com sua guerra’.. Os olhos azuis e bons, um riso mais de menino guerreando com tão boa educação que até espantava. Era capaz que se o alemão pisasse na mina dele, ele ia lá e pedia desculpa. Cara muito bacana. Mineiro de Minas Gerais. Muito bacana.”

“A gente já tinha passado o fim da tarde bebendo uns vinhos, quer dizer, eu, porque o Geraldo não bebia, só anunciata e ghiacciata di amarene. Dizia que precisava estar lúcido sempre, para não morrer fácil. Tinha pai, mãe e irmãos. Arrimo de família. Mas eu bebi aquela grapa e apareceram três meninas: a Olga, filha do velho Umberto e irmã do Dino; La Scitá e a Marina. Ali nós entramos e começamos a conversar, e eu e o Geraldo pegamos de namoro com aquelas meninas. Sem sacanagem nenhuma, você entende? Só um namoro assim de muita camaradagem. E as meninas eram tão simpáticas, boazinhas, educadas e La Scitá já foi logo comigo. Morena de olhos verdes. Gosto demais. Engraçado: eu, para falar a verdade não era lá muito essas coisas. Nunca fui. Não era também de se jogar no lixo, mas assim bem apanhado feito o Miranda, o Geraldo, o Otávio cabo armeiro, isso não era mesmo.”

Trechos do livro "Mina R" 
Roberto de Mello e Souza


Roberto de Mello e Souza, cabo da FEB atuou como mineiro sapador;
escritor, descreveu suas experiências na obra de ficção Mina R.
Não identificou seus companheiros de luta - os personagens poderiam
ser quaisquer dos mineiros sapadores do 9º BE.

Roberto de Mello e Souza (Rio de Janeiro, 1 de Outubro de 1921 - São Paulo, 18 de Junho de 2007) foi pioneiro da administração de RH no Brasil, escritor e cabo da FEB (Força Expedicionária Brasileira). Irmão de Antonio Candido, Roberto casou-se com Vera de Mello e Souza e teve quatro filhos. Iniciou sua carreira em 1945, na Tecelagem Paraíba, como Chefe de Pessoal. Ingressou na Ford em 1957, onde assumiu diversos cargos, chegando a Gerente das Operações de Relações Industriais. Deixou a Ford para assumir a Diretoria de RH e Organização da Fepasa, entre 1975 e 1979. Ao fim do seu mandato, associou-se a Walter Bodini e fundaram a BMS Consultores, prestando serviço especializado em integração organizacional para algumas das maiores empresas
no Brasil. Fundou o FRH (Fórum Permanente de Estudos Avançados das Relações
Humanas no Trabalho) em 1997. Integrou a FEB - Força Expedicionária Brasileira, como cabo especializado em desarmar minas terrestres, combatendo na Segunda Guerra Mundial. Obras de ficção: A Mina R, 1973; Os Contos da Angústia Malangosa, 1986; A Tisana, 1989; O Pão de Cará, 1995; Memórias de Um Gerubal, 2004. Obras sobre administração de recursos humanos: Desenvolvimento de Liderança na Empresa, 1978; Administração Integrada, 1983; Integração Organizacional, 1991; Repensando RH, 1994; O Futuro da Administração de Recursos Humanos no Brasil, 1999. Dirigida a administradores de empresa: O Executivo Filósofo, 1992.

Dados copiados do Wikipédia

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